O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, se opõe ao fim da jornada de trabalho 6x1, considerando os potenciais danos à economia brasileira.
Pereira acredita que a proposta deve ser debatida em um momento mais apropriado, sem a pressão das eleições.
Ele alerta para o impacto negativo que a mudança pode ter nas comunidades empobrecidas, sugerindo que o aumento do tempo livre pode ser perigoso sem recursos adequados.
A redução da jornada de trabalho no Brasil pode custar até R$ 357 bilhões, afetando gravemente o comércio e o setor de serviços.
O estudo da CNC indica que a mudança para uma carga de 40 horas semanais eleva os preços em até 13% e pode resultar em perdas de até 638 mil vagas formais.
A CNC defende que qualquer alteração na jornada laboral deve ocorrer por meio de negociação coletiva, para evitar desequilíbrios no mercado de trabalho.
O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Paulo Solmucci, critica a forma como o debate sobre o fim da escala 6x1 está sendo conduzido no Brasil.
Solmucci alerta que a implementação dessa mudança pode aumentar os custos de trabalho em até 20%, repassando esse aumento ao consumidor final.
Ele defende um debate mais esclarecedor sobre o tema, destacando que a redução da jornada de trabalho deve ser acompanhada de ganho de produtividade para evitar impactos negativos na economia.