Gilmar Mendes, do STF, decidiu que o reajuste do Bolsa Família não fere as regras eleitorais, considerando-o uma mera correção monetária.
O aumento, de 15,04%, elevará o valor do benefício de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro, custando R$ 5,8 bilhões em 2026.
A AGU solicitou a constitucionalidade do decreto, justificando que a atualização é baseada na variação do INPC, evitando qualquer ganho real para os beneficiários.
Aliados de Flávio Bolsonaro temem que a atuação de Eduardo nos EUA possa reabrir discussões sobre sanções e o 'tarifaço' no final da campanha.
Flávio acredita que a associação com Trump perdeu força, mas a pressão de Eduardo aumenta o risco de reconexão com esse tema.
Apesar do incômodo, a pressão dos EUA sobre o governo Lula em relação ao crime organizado pode beneficiar a campanha de Flávio ao reforçar seus argumentos sobre segurança.
O julgamento do STF sobre Alexandre de Moraes não trouxe os efeitos esperados para a campanha de Lula, que buscava mudar o foco da crise.
O impasse pode prolongar o debate sobre a crise no STF, enquanto Lula enfrenta um cenário eleitoral que não espera sua campanha entrar em ritmo máximo.
Flávio Bolsonaro avança nas pesquisas, o que pressiona Lula a repensar sua estratégia de comunicação na reta final das eleições.
Pesquisa do instituto Indexa revela que Lula (PT) tem 38% e Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 34% no primeiro turno das eleições de 2026.
Com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais, o resultado indica um empate técnico entre os dois candidatos.
A pesquisa também aponta que Augusto Cury (Avante) se destaca como terceiro na disputa, enquanto Flávio se aproxima de Lula para um possível segundo turno.
O presidente do STF, Edson Fachin, está adiando a análise de casos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça até 22 de setembro.
A decisão sobre as investigações deve ocorrer 12 dias antes do 1º turno das eleições, levantando dúvidas sobre a efetividade das ações judiciais nesse período.
A situação é complicada, pois duas investigações distintas envolvem Moraes e Mendonça, com o STF podendo optar por avaliar os casos juntos ou separadamente.
Deltan Dallagnol, candidato ao Senado pelo Paraná, anexou sigilos fiscais e bancários do ministro Cristiano Zanin em seu registro de candidatura.
A defesa de Dallagnol alegou que os dados foram usados para responder a impugnações e que não houve intenção de expor informações sigilosas do ministro.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná reconheceu a necessidade de atribuir sigilo a documentos do processo, que acumulam mais de 5 mil páginas.