A 3Structure It, empresa de tecnologia, firmou contratos totalizando R$ 182 milhões com os estados do Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.
A Polícia Federal investiga a relação da empresa com Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, devido a suspeitas de tráfico de influência para garantir os contratos.
A empresa também possui contratos com o governo federal, com a maioria deles celebrados durante a gestão Lula, totalizando R$ 81 milhões.
O presidente Lula solicitou explicações ao ex-chefe de gabinete Marcola sobre um empréstimo feito à empresária Roberta Luchsinger.
A Polícia Federal investiga uma transferência financeira entre Roberta e Marcola, que também estaria envolvido em inquéritos relacionados a Lulinha, filho de Lula.
Marcola, que deixou seu cargo para atuar na campanha de reeleição de Lula, afirma que o empréstimo já foi quitado e nega qualquer ilegalidade.
A esposa do senador Weverton Rocha, Samya Rocha, recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz, segundo investigação da Polícia Federal.
A operação, relacionada a fraudes no INSS, resultou em mandados de busca e apreensão contra familiares do parlamentar e o advogado Willer Tomaz.
A PF apura uma rede ampla de movimentação financeira e patrimonial, com indícios de corrupção passiva e ocultação de valores.
A Polícia Federal solicita a abertura de um 3º inquérito contra Lulinha, filho do presidente Lula, por suposto tráfico de influência em prol da empresa 3Structure IT Ltda.
A defesa de Lulinha nega as acusações, alegando que a PF não possui evidências robustas e que as investigações visam influenciar nas eleições.
Lulinha é investigado em outros dois inquéritos relacionados a possíveis irregularidades envolvendo compras de insumos de cannabis e relações com sócios da 3Structure IT.
Polícia Civil investiga professor universitário preso por abuso sexual de menores, suspeitando de pelo menos 8 vítimas entre 2020 e 2025.
A audiência de instrução e julgamento do caso ocorrerá no Tribunal de Justiça do Rio, e o Ministério Público pede indenização de R$ 500 mil por vítima.
Cordovil Martins, de 78 anos, utilizava sua posição para aliciar as vítimas, oferecendo dinheiro e presentes.