A morte da capitã Michele Leão Azevedo, de 41 anos, e a prisão do sargento Eduardo Abner, suspeito de feminicídio, reacenderam o debate sobre a fiscalização na Polícia Militar de Minas Gerais.
A PMMG está estudando a implementação de exames toxicológicos ao longo da carreira dos policiais, após sugestões do porta-voz Rafael Veríssimo.
Eduardo, que estava com Michele na noite anterior à sua morte, confessou o uso de ecstasy, o que levantou preocupações sobre possíveis influências e seu histórico de violência.
A atriz Leandra Leal fez um desabafo nas redes sociais sobre a disseminação de fake news, especialmente após Juliano Cazarré divulgar dados falsos sobre feminicídio.
Ela defende que o jornalismo deve corrigir informações erradas em tempo real durante debates, para evitar que distorções sejam usadas para validar opiniões.
Leandra alertou que uma mentira repetida não se torna verdade e ressaltou a importância da responsabilidade ética na comunicação.
Um casamento em Campinas terminou em tragédia com a morte de Nájylla Duenas Nascimento após uma discussão com seu marido, o guarda municipal Daniel Barbosa Marinho.
A discussão evoluiu para violência física, com o guarda utilizando sua arma funcional para disparar contra a esposa, resultando em feminicídio.
O guarda foi preso em flagrante e o caso destaca o aumento alarmante de feminicídios no estado de São Paulo.
A Polícia Civil de São Paulo documentou evidências de assédio sexual por parte do tenente-coronel Geraldo Neto a uma soldado da Polícia Militar, enquanto ele ainda era casado.
As mensagens trocadas entre eles revelam tentativas de aproximação íntima, além de pressões para que a soldado realizasse tarefas pessoais como fazer café.
O caso de assédio ocorre em meio a uma investigação mais ampla, onde Geraldo Neto é também acusado de feminicídio, após a morte de sua esposa Gisele Santana.