A morte de El Mencho, líder do Cartel Jalisco Nueva Generación, foi vista como um golpe ao narcotráfico, mas pode fortalecer o PCC no Brasil que já atua em rotas de drogas.
Especialistas afirmam que o PCC é mais organizado e profissional do que os cartéis mexicanos, conseguindo regular o 'mercado da violência' sem confrontos diretos com o Estado.
A fragmentação do cartel mexicano abre oportunidades para o PCC, que está expandindo seu controle sobre rotas e atividades ilícitas na América do Sul.
Ataques de cartéis no México resultaram na morte de 25 soldados da Guarda Nacional após a morte de Nemesio Oseguera, conhecido como 'El Mencho'.
Os ataques se espalharam por várias cidades, com bloqueios em estradas e incêndios de veículos promovidos pelo Cartel Jalisco Nova Geração.
A operação que levou à morte do narcotraficante foi realizada com base em informações de uma parceira romântica, e a violência desencadeada resultou na prisão de pelo menos 70 suspeitos.
A morte de Nemesio Oseguera, o 'El Mencho', líder do Cartel Jalisco Nueva Generación (CJNG), gera um vácuo de poder no cartel, podendo resultar em um novo ciclo de violência.
A disputa pela sucessão é incerta, com figuras emergentes como Ricardo Ruiz Velasco e Hugo Mendoza Gaytan. A maioria das figuras-chave do cartel estão presas ou neutralizadas.
O governo mexicano está em alerta para possíveis retaliações e reestruturações dentro do cartel, dado o histórico de conflitos internos por falta de um sucessor claro.
O presidente Lula anunciou que levará representantes da Polícia Federal, Receita Federal e dos ministérios da Justiça e Fazenda para uma reunião com Donald Trump.
O foco da reunião é a expansão da cooperação entre Brasil e EUA no combate ao crime organizado, incluindo narcotráfico e lavagem de dinheiro.
Lula expressou otimismo quanto ao encontro e ressaltou a importância de uma relação respeitosa entre os países.