Ana, uma brasileira, relata ter sido aliciada a trabalhar como modelo em São Paulo e descobriu que era, na verdade, uma cafetina que a negociou para prostituição.
Ela teve encontros com Jeffrey Epstein, que pagou US$ 10 mil por seus serviços, e revisitava a cidade sob pretextos de trabalho.
O relato de Ana lança luz sobre uma possível rede de aliciamento para Epstein no Brasil, com a investigação em andamento pelo Ministério Público Federal.
Gláucia Fekete, uma modelo brasileira, refletiu sobre como sua mãe a impediu de participar de um concurso de moda no Equador em 2004, organizado por Jean-Luc Brunel, associado a Jeffrey Epstein.
Durante o concurso, que contou com várias jovens, inclusive menores de idade, Brunel utilizava sua agência para aliciar garotas para a rede sexual de Epstein, que também estava presente no evento.
Hoje, aos 38 anos, Gláucia reconhece que a proibição da mãe foi um 'livramento', uma vez que ela percebeu a gravidade da situação em que poderia ter se envolvido.