Cientistas descobriram uma comunidade de microrganismos marinhos ativa por milhões de anos sob a geleira Taylor na Antártica.
A pesquisa revelará detalhes sobre formas de vida eucarióticas que sobreviveram em um ambiente extremo, preservadas desde antes da formação do continente.
A Blood Falls, conhecida por sua água avermelhada, será uma fonte de estudo sobre como ecossistemas isolados podem lidar com mudanças ambientais.
Um estudo revela que um processo geológico foi crucial para o congelamento da Antártida há cerca de 34 milhões de anos, antes do Ártico.
A pesquisa, publicada na revista Science, identificou a elevação de montanhas na Antártida como chave para a formação de geleiras, mesmo em temperaturas globais mais altas.
O fenômeno das ondas do manto explica como as alterações na topografia e clima influenciaram o surgimento da vasta camada de gelo que recobre o continente antártico.
Pesquisadores da Universidade de Maryland descobriram que o derretimento na Antártida cria um ciclo de retroalimentação, enfraquecendo a barreira fria oceânica e permitindo que água quente derreta mais gelo.
O estudo sugere que as projeções sobre o nível do mar podem ser subestimadas e o ponto de inflexão climático pode ocorrer mais cedo do que se pensava.
Mais de 680 milhões de pessoas em zonas costeiras estão em risco devido à elevação do nível do mar impulsionada por esse ciclo.
Pesquisadores desvendam o fenômeno conhecido como 'Cachoeiras de Sangue' na Antártica, que resulta em um líquido vermelho escuro escorrendo pela Geleira Taylor.
O fenômeno é causado pela pressão da salmoura rica em ferro, que ao ser expelida e entrar em contato com o oxigênio, oxida e adquire a coloração de sangue.
O estudo revela como esses vazamentos afetam a estrutura da geleira, causando afundamento e lentidão em seu movimento.