Lula busca reeleição e foca em votos de mulheres e idosos, criticando a falta de representatividade feminina no evento.
O presidente se distancia da ideia de ser apenas o 'presidente do Bolsa Família' e promete defender a soberania nacional.
Em seu discurso, Lula defende a luta pela democracia e critica a gestão de seu adversário Flávio Bolsonaro, enfatizando a importância de um governo que atenda a todas as camadas da sociedade.
O chefe da assessoria internacional da Presidência, Celso Amorim, criticou a missão eleitoral de funcionários americanos no Brasil como uma interferência na soberania do país.
O Itamaraty negou vistos a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA que planejavam inspecionar o sistema eleitoral brasileiro.
Críticas também foram direcionadas ao presidente da Argentina, Javier Milei, por suas declarações desrespeitosas sobre o Brasil durante uma convenção do PL.
Campanha online pede a exclusão da Argentina da Copa do Mundo de 2030 e já obteve mais de 23,3 milhões de assinaturas.
O movimento surgiu após a semifinal contra a Inglaterra, onde jogadores argentinos exibiram uma faixa sobre as Ilhas Malvinas, levando a alegações de favorecimento pela arbitragem.
A FIFA investigará o abaixo-assinado e possíveis infrações cometidas por atletas argentinos, que poderão resultar em punições.
O governo Lula expressa preocupação sobre a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA, considerando que isso pode abrir espaço para uma possível intervenção militar.
O Itamaraty, liderado por Mauro Vieira, argumenta que essa designação coloca em risco a soberania nacional e pode ter implicações sérias para cidadãos brasileiros.
O Departamento de Estado dos EUA já negou qualquer possibilidade de ação militar, esclarecendo que a classificação se destina ao bloqueio de atividades criminosas, não à intervenção militar.
O governo brasileiro, por meio do Ministro da Justiça, defendeu que as sanções dos EUA ao PCC têm efeitos limitados ao território americano.
A cooperação internacional no combate ao crime organizado deve respeitar a soberania do Brasil, segundo declarações do governo.
Foi inaugurado o Escritório Nacional Antifacção em São Paulo, como parte da estratégia nacional contra organizações criminosas, que também inclui investimentos em presídios.