Um estudo revelou pegadas de mamíferos grandes na Formação Botucatu, datadas de 130 milhões de anos atrás.
As marcas, com 11,4 cm de comprimento e 13,4 cm de largura, indicam um animal de aproximadamente 1,55 metro, semelhante a um cão grande.
A descoberta pode mudar a percepção sobre mamíferos do período Mesozóico, sugerindo que eram mais robustos do que se pensava, além de serem potenciais onívoros.
O telescópio James Webb identificou um possível novo objeto cósmico, chamado MoM-BH-1*, que se comporta como uma estrela, embora seja um buraco negro envolto por gás denso.
A descoberta, publicada na revista Nature, sugere que o objeto foi observado 660 milhões de anos após o Big Bang e pode ajudar a explicar os misteriosos 'pequenos pontos vermelhos' do Universo jovem.
Pesquisadores alertam que o modelo atual é apenas uma interpretação inicial e que novos dados são necessários para confirmar as propriedades do objeto.
Cientistas descobriram o Praearcturus gigas, o maior escorpião já encontrado, com mais de um metro de comprimento, que viveu há 415 milhões de anos.
Este predador de elite dominava ambientes terrestres e aquáticos, possuindo garras de 16 centímetros e uma natureza semiaquática.
A identificação como escorpião foi confirmada por tomografia computadorizada, revelando que sua extinção pode ter ocorrido mais de 40 milhões de anos após sua existência.
Cientistas identificaram uma nova espécie de dinossauro gigante na Tailândia, chamada 'Nagatitan chaiyaphumensis'.
Com 27 metros de comprimento e 27 toneladas, este herbívoro é considerado o maior dinossauro do sudeste asiático.
Os fósseis foram encontrados por moradores locais e a escavação foi concluída em 2024, sendo classificado como uma nova espécie devido a suas características únicas.
Cientistas estão otimistas sobre a possibilidade de descobrir um misterioso nono planeta em nosso Sistema Solar, conhecido como Planeta Nove.
O Observatório Vera Rubin, instalado no Chile, inicia sua missão de explorar o universo e pode ajudar a detectar esse planeta hipotético, cuja existência é debatida desde 2016.
Pesquisadores acreditam que, se o Planeta Nove realmente existir, ele poderia ser avistado nos próximos anos, o que marcaria uma descoberta monumental na astronomia.
Astrônomos do Instituto de Astrofísica das Ilhas Canárias descobriram a nova superterra HD 176986 d, a 91 anos-luz da Terra, com massa até sete vezes maior.
O planeta completa sua órbita em 61,4 dias e é parte de um sistema já conhecido que inclui outros dois planetas desde 2018.
A descoberta é significativa para a ciência planetária, ajudando a compreender a formação e evolução de superterras na Via Láctea.