O cometa 3I/ATLAS, com idade de 10 a 12 bilhões de anos, é um dos objetos interestelares mais antigos a ser observado em nosso sistema solar.
Cientistas do Centro de Voos Espaciais Goddard da NASA revelaram que sua composição química é singular, oferecendo insights sobre a formação planetária em um ambiente muito mais frio que o da Terra.
Apesar de sua origem distante e fria, 3I/ATLAS contém moléculas orgânicas essenciais, sugerindo que os elementos necessários para a vida eram abundantes em seu disco de formação.
Astrônomos utilizaram radiotelescópios para estudar o cometa interestelar 3I/ATLAS, revelando novas informações sobre sua formação e composição.
Descobertas indicam que o cometa possuía uma abundância de deutério em sua água, 40 vezes maior que a encontrada nos oceanos da Terra, sugerindo um ambiente de formação muito frio.
A pesquisa pode ajudar a entender melhor as condições da Via Láctea antes da formação do nosso sistema solar e a evolução de sistemas planetários.
A chuva de meteoros Eta Aquáridas atingirá seu pico em 6 de maio de 2026, sendo visível no Brasil e em várias regiões do Hemisfério Sul.
As melhores oportunidades para observação acontecerão entre 4 e 7 de maio, especialmente nas horas que precedem o nascer do sol, com a expectativa de até 50 meteoros por hora.
A visibilidade será afetada pela Lua gibosa minguante, que pode dificultar a observação dos meteoros menos brilhantes.
A chuva de meteoros Líridas será visível em todo o Brasil na quarta-feira (22) e na madrugada de 23 de abril, com melhor observação nas regiões do Norte.
Recomenda-se escolher locais com pouca poluição luminosa e observar na direção Norte, onde estará a estrela Vega.
O fenômeno ocorre quando a Terra atravessa a nuvem de detritos do cometa Thatcher, e as condições lunares favoráveis garantem um céu escuro para observar os meteoros.
O cometa interestelar 3I/ATLAS apresenta mudanças significativas em sua composição à medida que se aproxima do Sol, de acordo com observações recentes do Telescópio Subaru.
Inicialmente, o cometa tinha uma alta proporção de dióxido de carbono (CO2), mas essa proporção caiu após o periélio, revelando uma possível heterogeneidade interna.
Pesquisadores ainda investigam a origem dessas mudanças, que poderiam dificultar o estudo da composição de objetos de outros sistemas estelares.
A Agência Espacial Europeia (ESA) revelou uma impressionante fotografia do cometa interestelar 3I/ATLAS, capturada pela sonda Juice.
A sonda, que explora Júpiter e suas luas, fez mais de 120 imagens do cometa, analisando seu comportamento e composição.
A imagem, obtida em novembro de 2025, mostra o núcleo do cometa rodeado por um halo de gás e uma longa cauda, conformando-se ao comportamento esperado para cometas.
Uma nova missão espacial propõe interceptar o cometa interestelar 3I/ATLAS, o terceiro já identificado fora do Sistema Solar.
A missão exigirá uma manobra extrema próxima ao Sol e um tempo de viagem de 35 a 50 anos.
Apesar dos desafios técnicos, como a necessidade de um robusto escudo térmico, os pesquisadores acreditam que a missão pode oferecer dados valiosos sobre objetos interestelares.
O cometa 3I/ATLAS, descoberto em julho de 2025, chamou a atenção por sua trajetória hiperbólica, originando-se fora do Sistema Solar.
Características únicas, como a predominância de dióxido de carbono em sua coma e alterações químicas durante sua passagem próxima ao Sol, sugerem novas teorias sobre a formação cometária.
A detecção de compostos orgânicos pré-biológicos levanta questões sobre a presença de ingredientes para a vida em outros sistemas estelares.