A Polícia Federal desvendou um elevado patrimônio de Rodrigo Bacellar, com aumento de 830% entre 2018 e 2022.
Imóveis luxuosos, incluindo uma mansão em Teresópolis e apartamentos de alto padrão, foram encontrados na investigação de supostas ligações com o Comando Vermelho.
As buscas revelaram veículos de luxo e um aumento significativo na riqueza do parlamentar, levantando questões sobre a origem dos recursos.
A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações, sócia de Dias Toffoli, para investigar suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao Banco Master.
O requerimento, enviado ao Banco Central e ao Coaf, visa acessar dados bancários, fiscais e telefônicos da empresa para desmantelar uma rede de influência e fraudes financeiras.
O ministro Toffoli negou qualquer envolvimento e garantiu que todas as transações da empresa foram declaradas à Receita Federal.
A Polícia Federal prendeu temporariamente o ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, por cinco dias devido a suspeitas de desvio de recursos destinados à recuperação de danos causados por enchentes.
A operação, chamada de Operação Lamaçal, investiga irregularidades em licitações e aponta que contratos superaram os preços de mercado, envolvendo cerca de R$ 120 milhões.
Além da prisão de Caumo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão em diversas cidades do Rio Grande do Sul, com investigações abrangendo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
A tentativa de Edson Fachin de minimizar o escândalo do Banco Master no STF resultou em um aumento das tensões internas, com disputas acirradas entre os ministros.
Após uma reunião fechada, Fachin conseguiu mover o caso de relatoria, mas isso desagradou aliados de Alexandre de Moraes, que reagiu pedindo o rastreamento de vazamentos sigilosos.
O episódio reacendeu comparações com as controvérsias do inquérito das fake news e levanta questões sobre a legitimidade e a condução de novas investigações dentro do tribunal.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, é acusado de desviar a atenção de um suposto contrato milionário entre o escritório de sua esposa e o Banco Master.
Moraes alega ser perseguido pelo governo Lula e ordenou à Receita Federal investigar sigilos fiscais de ministros, mas não sobre atuações do órgão durante o governo Bolsonaro.
Críticas surgem sobre seu uso do inquérito das fake news para investigar ministros, enquanto a imprensa defende a investigação de possíveis delitos na Corte.