O CNJ decidiu afastar a juíza federal Gabriela Hardt por dois anos, relacionada à operação Lava Jato.
A punição se baseia em alegações de que Hardt homologou um acordo entre a Petrobras e o MPF sem a devida prudência.
Outros dois juízes federais também foram punidos, mas a decisão do CNJ foi unânime em relação a Hardt, que passou a atuar na Lava Jato após a saída de Sergio Moro.
O presidente Lula solicitou explicações ao ex-chefe de gabinete Marcola sobre um empréstimo feito à empresária Roberta Luchsinger.
A Polícia Federal investiga uma transferência financeira entre Roberta e Marcola, que também estaria envolvido em inquéritos relacionados a Lulinha, filho de Lula.
Marcola, que deixou seu cargo para atuar na campanha de reeleição de Lula, afirma que o empréstimo já foi quitado e nega qualquer ilegalidade.
A esposa do senador Weverton Rocha, Samya Rocha, recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz, segundo investigação da Polícia Federal.
A operação, relacionada a fraudes no INSS, resultou em mandados de busca e apreensão contra familiares do parlamentar e o advogado Willer Tomaz.
A PF apura uma rede ampla de movimentação financeira e patrimonial, com indícios de corrupção passiva e ocultação de valores.
A lobista Roberta Luchsinger realizou pagamentos significativos para Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-assessor de Lula, que foi dispensado recentemente.
Os valores exatos das transações não foram totalmente revelados e estão sendo investigados pela Polícia Federal, levantando preocupações sobre possíveis irregularidades.
Marcola alegou que o dinheiro se refere a um 'empréstimo pessoal' e confirmou as transferências, que estão relacionadas a uma investigação mais ampla sobre fraudes na Previdência Social.
A 3Structure It, empresa investigada por suposto lobby de Lulinha, filho do presidente Lula, recebeu R$ 81 milhões do governo federal por meio de contratos.
Dos seis contratos, cinco foram firmados durante a gestão de Lula e envolvem soluções de tecnologia da informação, incluindo serviços para o Exército e o Ministério da Educação.
O STF autorizou a abertura de um inquérito para investigar a relação de Lulinha com o sócio da empresa e indícios de tráfico de influência na Dataprev.
Levantamento revela que oito oficiais da PM do Rio, acusados de crimes como tortura e homicídio, se mantiveram na corporação.
Processos administrativos prescreveram devido a recursos judiciais, garantindo a permanência e promovendo seis deles.
A morosidade na tramitação dos Conselhos de Justificação é criticada por especialistas, que defendem maior agilidade e rigor na avaliação de oficiais condenados.