A indicação de Jorge Messias para o STF ocorreu em novembro de 2025, mas até abril de 2026 não surgiram controvérsias relevantes sobre sua nomeação.
O currículo impressionante de Messias, mesmo aos 46 anos, foi sublinhado, já que a Constituição estabelece idade mínima de 35 anos para o cargo.
O autor reflete sobre a crítica a Messias, ressaltando que sua experiência e formação o qualificam para o cargo, independente das opiniões divergentes sobre suas práticas recentes.
Edson Fachin, presidente do STF, elogiou a proposta de reforma do Judiciário apresentada por Flávio Dino, destacando a importância do debate sobre o tema.
Fachin valorizou a ênfase em ética e responsabilidade, bem como a necessidade de um processo contínuo e plural para qualificar o funcionamento do Judiciário.
O acordo entre independência judicial e mecanismos de controle é um dos principais méritos mencionados na proposta, visando melhorar a credibilidade das instituições.
A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do TJPA, expressou preocupações sobre a situação financeira da magistratura, dizendo que a categoria pode enfrentar um 'regime de escravidão'.
Após a decisão do STF sobre os 'penduricalhos', ela destacou que juízes estão percebendo uma queda em suas condições de trabalho e benefícios.
Eva enfatizou que a imagem dos juízes na sociedade mudou, agora sendo vistos como vilões, e muitos enfrentam dificuldades para cobrir despesas médicas e diárias.
Flávio Dino propõe uma reforma no Judiciário para endurecer penas contra corrupção envolvendo juízes, sugerindo penas mais rígidas e o fim de privilégios como a aposentadoria compulsória.
A proposta inclui 14 medidas que visam agilizar processos, regulamentar o uso de inteligência artificial e combater práticas de corrupção no sistema judicial.
Enquanto Dino defende suas propostas, a oposição critica e pede que mudanças sejam debatidas pelo Congresso Nacional, apontando a necessidade de respeitar a separação dos Poderes.