He Jiankui, um biofísico chinês, foi condenado a três anos de prisão por modificar geneticamente embriões e anunciar o nascimento de gêmeas supostamente resistentes ao HIV.
O experimento levantou questionamentos éticos e gerou críticas pela falta de transparência e dados sobre a saúde das crianças envolvidas.
A comunidade científica continua a debater os limites da edição genética, enquanto novas pesquisas seguem rigorosos padrões éticos.
Cientistas americanos implantaram tecido cerebral humano em ratos, que conseguem andar e se comportar normalmente.
A técnica pode revolucionar o estudo de doenças neurológicas como esquizofrenia e epilepsia, permitindo pesquisas em modelos vivos.
Ratos apresentaram um aumento significativo do tecido humano e os neurônios humanos interagiram com o sistema nervoso, mostrando atividade elétrica organizada.
A OAB-DF iniciou um processo ético-disciplinar contra o escritório da mulher do ministro Alexandre de Moraes, devido a alegações de violações éticas.
O procedimento está relacionado a um relatório da Polícia Federal que investiga possíveis práticas ilícitas, como captação indevida de clientela e conflito de interesses.
Viviane Barci de Moraes e outros sócios do escritório serão intimados, enquanto o funcionamento do processo será sob sigilo.
O avanço da inteligência artificial trouxe à tona questões filosóficas sobre a consciência das máquinas, levando empresas a contratar filósofos.
A discussão sobre a consciência não se limita à tecnologia, pois determinar se uma IA pode ser consciente envolve obrigações éticas no desenvolvimento desses sistemas.
A percepção humana sobre a consciência e a relação entre observador e observado complicam o reconhecimento e a consideração de direitos para as IAs.
Fábio Lobato, engenheiro de computação, teve sua pesquisa publicada em uma revista predatória sem conhecimento prévio.
A pesquisa, com mais de 3 mil entrevistados, apontou a falta de conhecimento como um dos principais fatores para a escolha errada de periódicos.
Apesar dos esforços da Capes e do CNPq, revistas predatórias ainda persistem, com acadêmicos respondendo que escolhem periódicos guiados por orientadores.