Estudo da Firjan revela que o crime organizado no Rio de Janeiro custa anualmente R$ 21,4 bilhões à economia formal.
Facções e milícias dominam a distribuição de produtos essenciais, como alimentos e materiais de construção, afetando diretamente a concorrência e os preços.
Especialistas alertam que essa situação pode comprometer o desenvolvimento econômico e a segurança das empresas na região.
Traficantes e milicianos expandem a exploração ilegal de internet em 37 municípios do Rio de Janeiro, com práticas que incluem extorsões e ataques a empresas legais.
A lucrativa venda clandestina de sinal de internet se tornou uma das principais fontes de renda do crime organizado, provocando dificuldades para operadoras e provedores.
Investigações policiais revelam que em média 15 ocorrências mensais são registradas, enquanto grupos criminosos arrecadam aproximadamente R$ 3 milhões mensalmente com o negócio irregular.