A esposa do senador Weverton Rocha, Samya Rocha, recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz, segundo investigação da Polícia Federal.
A operação, relacionada a fraudes no INSS, resultou em mandados de busca e apreensão contra familiares do parlamentar e o advogado Willer Tomaz.
A PF apura uma rede ampla de movimentação financeira e patrimonial, com indícios de corrupção passiva e ocultação de valores.
A lobista Roberta Luchsinger realizou pagamentos significativos para Marco Aurélio Santana Ribeiro, ex-assessor de Lula, que foi dispensado recentemente.
Os valores exatos das transações não foram totalmente revelados e estão sendo investigados pela Polícia Federal, levantando preocupações sobre possíveis irregularidades.
Marcola alegou que o dinheiro se refere a um 'empréstimo pessoal' e confirmou as transferências, que estão relacionadas a uma investigação mais ampla sobre fraudes na Previdência Social.
Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, rejeitou a proteção da Polícia Federal durante sua campanha, alegando desconfiança no comando da corporação.
O senador enfatizou a importância de direcionar os agentes para investigações sobre fraudes no INSS e mencionou que deseja devolver o dinheiro roubado aos aposentados.
Ele expressou preocupações sobre a possibilidade de infiltrações em sua campanha e afirmou que, se eleito, os policiais federais serão valorizados e ganharão autonomia.
Danielle Miranda Fonteles, ex-marqueteira do PT, informou à PF que Lulinha participou de viagens em Portugal com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o ‘Careca do INSS’.
As visitas ocorreram para um projeto de produção de medicamentos à base de cannabis, mas Lulinha não estava envolvido nas negociações, conforme a publicitária.
A PF investiga se a proximidade de Lulinha com Antunes foi usada para obter influência e facilitar contatos, enquanto a defesa de Lulinha nega qualquer participação em fraudes associadas ao INSS.
A Polícia Federal iniciou uma nova fase da Operação Sem Desconto, focando em fraudes nas cobranças de mensalidades de aposentados e pensionistas do INSS.
Foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares para monitoramento eletrônico, visando preservar patrimônio relacionado ao esquema.
Estima-se que mais de R$ 6 bilhões tenham sido desviados por associações que realizavam cobranças indevidas aos beneficiários do INSS.