Flávio Bolsonaro esteve em viagens internacionais com o advogado Willer Tomaz, investigado por fraudes no INSS, despertando desconforto em sua campanha presidencial.
Willer cedeu um apartamento em São Paulo para Flávio durante a campanha, o que gerou questionamentos sobre doações não declaradas.
As investigações da PF revelaram que a relação entre Flávio e Willer inclui viagens, imóveis e parcerias, levantando suspeitas sobre a legalidade da amizade.
O governo Lula anunciou que a fila do INSS caiu para 1,252 milhão de pedidos pendentes, mas ainda há 224 mil pessoas aguardando resposta há mais de 45 dias.
O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, destacou que a maior parte dos pedidos pendentes está dentro do prazo legal de análise e que foram implementadas medidas para reduzir o tempo de espera.
As iniciativas incluem a nomeação de novos servidores e a realização de mutirões, resultando em uma queda significativa no tempo de espera para perícias e reclamações.
Lula foi entrevistado no Jornal Nacional e suas declarações foram checadas pelo Estadão Verifica.
O presidente afirmou que fraudes no INSS começaram em 2019, mas a investigação revela que pode ser desde 2016, com várias imprecisões em suas afirmações.
Entre os checagens, destacou-se a verdade sobre a dívida dos EUA e a alfabetização infantil, mas falta de contexto no programa Pé-de-Meia.
A Polícia Federal encontrou uma foto de seis políticos brasileiros ao lado do advogado Willer Tomaz em uma piscina durante uma investigação sobre fraudes no INSS.
A imagem, localizada no celular do senador Weverton Rocha, foi divulgada pela revista Piauí e identificou políticos como Arthur Lira e Juscelino Filho.
O encontro ocorreu em abril de 2023 e está ligado a uma investigação que envolve transferências de grandes quantias de dinheiro entre o advogado e a esposa do senador Rocha.
O escândalo de fraudes no INSS trouxe tensão entre o ministro do STF André Mendonça e a Polícia Federal, com 27 superintendentes da PF emitindo uma nota de compromisso com a Constituição.
O ministro determinou que o diretor-geral da PF fosse excluído do caso, gerando conflito, já que a PF defende a autonomia em seus inquéritos.
Uma reunião foi articulada pela Advocacia-Geral da União para tentar resolver a crise, mas ainda não há data definida para o encontro entre Mendonça e a PF.