O Ministério Público de São Paulo realiza uma operação para prender suspeitos de financiar o PCC e participar de tribunais do crime.
Entre os investigados estão Alexandre Salles Brito, Leonardo Monteiro Moja e Cléber Azevedo dos Santos, com 18 mandados de prisão e de busca sendo cumpridos.
A Operação Janus visa aprofundar investigações sobre movimentação financeira e lavagem de dinheiro relacionada à facção.
A Rota matou Márcio dos Santos Ferreira, conhecido como 'Tetão', suspeito de envolvimento no atentado contra o tenente Ronickson Pimentel na zona Leste de São Paulo.
A ação ocorreu após denúncias de que ele estava escondido, resultando em confronto durante a abordagem policial, onde 'Tetão' foi atingido e, apesar de socorro, não sobreviveu.
Com essa morte, o número de vítimas da Rota sobe para cinco durante as operações relacionadas ao caso, sendo que três homens já foram presos como suspeitos de participação no atentado.
O grupo liderado por Victor Henrique de Oliveira Shimada, sancionado pelos EUA por ligação com o PCC, utilizou o sistema Zelle para lavar dinheiro de procedência ilícita, segundo investigações da Polícia Federal brasileira.
O Zelle, uma plataforma de transferências digitais privada, foi empregado em transações internacionais envolvendo criptoativos e remessas, destacando uma movimentação de mais de US$ 10 mil a um banco americano.
As sanções do Departamento do Tesouro dos EUA incluem dois brasileiros e três empresas brasileiras, prohibindo cidadãos e empresas dos EUA de realizarem negócios com os sancionados, enquanto a defesa de Shimada nega suas ligações com atividades criminosas.
O Itamaraty reconheceu a possibilidade de ações militares dos EUA no Brasil por conta da classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas.
O alerta foi feito pelo ministro Mauro Vieira em resposta à Câmara dos Deputados, destacando que a medida pode justificar operações extraterritoriais em áreas financeiras e penais.
Vieira enfatizou que a decisão dos EUA foi unilateral e ainda não houve comunicação formal sobre o assunto, mas ressaltou a oposição do governo brasileiro a tal medida.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Exchange para desarticular uma rede criminosa de lavagem de dinheiro do PCC, resultando em sete prisões, incluindo a secretária Stella Stefanie.
Victor Henrique de Oliveira Shimada, outro alvo das sanções dos EUA, está foragido e é suspeito de desempenhar um papel crucial nas operações de lavagem de dinheiro.
A Justiça bloqueou bens e criptoativos dos investigados, que podem ser responsabilizados por associação criminosa e lavagem de dinheiro, com um montante total de até R$ 10,4 bilhões.
O governo brasileiro, por meio do Ministro da Justiça, defendeu que as sanções dos EUA ao PCC têm efeitos limitados ao território americano.
A cooperação internacional no combate ao crime organizado deve respeitar a soberania do Brasil, segundo declarações do governo.
Foi inaugurado o Escritório Nacional Antifacção em São Paulo, como parte da estratégia nacional contra organizações criminosas, que também inclui investimentos em presídios.
Empresário Victor Shimada é alvo de sanções dos EUA por suposta conexão com o PCC e esquema de lavagem de dinheiro.
Investigação revela que sua empresa, Victory Trading, movimentou recursos ilícitos, suspeitos de serem ligados a atletas e influenciadores, como Buzeira.
Embora não haja evidências diretas de ligação ao PCC, Shimada é visto como parte de uma rede financeira complexa utilizando criptomoedas.