Clubes de futebol brasileiros mobilizam-se contra proposta do governo para proibir apostas, alertando que isso pode levar ao 'fim do futebol brasileiro'.
Reunião coordenada entre dirigentes e representantes de apostas discute impactos financeiros da medida, destacando a perda de receitas e patrocínios.
Manifesto defende um mercado regulado, enfatizando a importância das apostas para todas as divisões do futebol e a necessidade de prevenção e fiscalização dos problemas sociais associados.
O ministro André Mendonça respondeu às críticas de Gilmar Mendes, que o acusou de transformar o STF em um 'palanque'.
Mendonça ressaltou que a legislação proíbe manifestações de magistrados sobre processos em andamento e defendeu a criação de um código de conduta para o Supremo.
Ele destacou que a crítica à sua decisão de levantar o sigilo de um relatório da Polícia Federal é curiosa, considerando que Gilmar sempre defendeu publicidade irrestrita em investigações.
A Intelis criticou relatório da Polícia Federal mencionado por Alexandre de Moraes, que apontou viés político na conduta de André Mendonça em investigações.
A entidade destacou que o documento não segue os parâmetros da Doutrina da Atividade de Inteligência e não deve ser confundido com investigação criminal.
A Intelis defendeu a necessidade de uma legislação que estabeleça limites claros para a atividade de inteligência no Brasil, a fim de evitar confusões com a persecução penal.
O Senado aprovou o marco legal para a exploração de minerais críticos e terras raras, prevendo R$ 5 bilhões em incentivos fiscais e a criação de um conselho regulador.
A aprovação do projeto foi uma prioridade do governo de Lula, facilitada por um acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O texto visa fomentar o refino de minérios no Brasil e impedir que o país se torne apenas um exportador de commodities.
A CCJ do Senado aprovou a PEC que extingue a escala de trabalho 6x1 e propõe uma redução da jornada semanal de 44 para 40 horas.
O relator, senador Omar Aziz, destaca que a mudança beneficiará mais de 37 milhões de trabalhadores, com ênfase na saúde mental e produtividade.
A proposta agora deve passar por cinco sessões de discussão no Plenário antes de ser votada em primeiro turno, necessitando do apoio de três quintos dos senadores.
O Vasco pode enfrentar um pedido de falência caso não consiga liberar um empréstimo de R$ 150 milhões, essencial para suas operações financeiras.
O advogado Henrique Fragoso, que representa credores trabalhistas, alerta que atrasos em pagamentos devido à falta de recursos podem agravar a situação do clube e fazer com que credores contestem o processo de recuperação judicial.
A juíza responsável pelo caso solicitou uma auditoria e mais informações financeiras do Vasco antes de decidir sobre o empréstimo, o que pode atrasar ainda mais a entrada do capital necessário para evitar insolvência.