A Justiça de São Paulo suspendeu a decisão que obrigava a Prefeitura a credenciar a Uber Moto, mantendo o serviço proibido na cidade.
O ministro Alexandre de Moraes destacou que a segurança no trânsito deve prevalecer sobre interesses financeiros, suspendendo regras que exigiam seguros muito elevados.
A Procuradoria Geral do Município informou que a multa e o credenciamento permanecem suspensos até o julgamento definitivo do recurso.
O Brasil proibiu a produção e a venda de foie gras, sancionando uma lei que classifica a técnica de alimentação forçada como maus-tratos aos animais.
A nova norma impõe penas de três meses a um ano de prisão e multas para quem descumprir a legislação, que inclui proibição de produtos tanto in natura quanto enlatados.
O Brasil se torna o segundo país a proibir a prática, seguindo o exemplo da Índia, e sublinha a crescente preocupação com o bem-estar animal em legislações recentes.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo pode recorrer ao STF para barrar a PEC que garante aposentadoria especial a agentes de saúde, com impacto de R$ 28 bilhões.
Durigan destacou a necessidade de fontes de receita para benefícios previdenciários e conversou com o presidente do Senado sobre a contenção de pautas com grande impacto fiscal.
A PEC aprovada determina aposentadoria a agentes comunitários e de combate às endemias com idades mínimas de 57 e 60 anos, além de regras de contratação e financiamento pela União.
O Senado aprovou a MP do Frete Mínimo, estabelecendo um piso de custo mínimo para operações de transporte, após forte pressão de caminhoneiros.
A medida passou por mudanças redacionais e não precisará retornar à Câmara, sendo promulgada diretamente pelo Congresso Nacional.
A MP prevê penalidades para empresas que não cumprirem o pagamento do piso, incluindo multas e possíveis suspensões, beneficiando a categoria ao regularizar as condições de trabalho dos caminhoneiros.
Janja Lula da Silva manifestou solidariedade a Michelle Bolsonaro e Damares Alves após ataques sofridos por ambas.
Ela enfatizou que a defesa das mulheres deve transcender ideologias políticas, afirmando que a misoginia não tem lado.
A primeira-dama apoiou o projeto de lei que criminaliza a misoginia e destacou a gravidade dos ataques pessoais enfrentados por Damares, incluindo ameaças contra sua filha.