Governo dos EUA revogou o visto da embaixadora brasileira, Maria Luiza Viotti, como resposta à demora do Brasil em aprovar o novo embaixador americano.
A embaixadora poderá permanecer nos EUA, mas sem um visto válido; sua situação pode ser revertida se o Brasil conceder o aval diplomático.
As relações entre Brasil e EUA se deterioraram após tarifas comerciais e a negativa do Itamaraty a vistos para diplomatas americanos.
O embaixador brasileiro, José Antonio Marcondes de Carvalho, recebeu uma nota de repúdio do governo paraguaio por declarações do presidente Lula sobre a Guerra da Tríplice Aliança.
O Paraguai solicitou a devolução de um canhão e documentos históricos como gesto de reparação.
O vice-presidente paraguaio, Pedro Alliana, expressou descontentamento, mas destacou a importância da parceria entre Brasil e Paraguai.
A vice-presidente da Argentina, Victoria Villarruel, expressou preocupação com a saúde mental do presidente Javier Milei, após seus ataques ao Brasil.
Milei, que participou de uma convenção do PL em São Paulo, insultou Lula e o ministro Alexandre de Moraes, levando a uma moção de repúdio de deputados argentinos.
A vice-presidente transmitiu suas preocupações nas redes sociais, afirmando que as declarações de Milei refletem 'perseguições imaginárias'.
O presidente Lula se reuniu com o embaixador Júlio Bitelli para discutir a crise diplomática com o governo argentino de Javier Milei.
Durante a conversa, Bitelli destacou que a reação interna à postura de Milei foi negativa, e que o ministro das Relações Exteriores argentino está buscando amenizar a situação.
Lula e Vieira descartaram um retorno imediato do embaixador ao seu posto, mantendo-o no Brasil até que as tensões se reduzam.
Alberto Fernández, ex-presidente da Argentina, criticou Javier Milei por suas ofensas a Lula, que ele considera um risco para a relação Brasil-Argentina.
Fernández atribui a postura de Milei à influência de Donald Trump e expressou vergonha pelas declarações do atual presidente argentino.
O ex-presidente pediu ao governo brasileiro que ignore as afirmações de Milei, enfatizando a importância das relações bilaterais acima das disputas políticas.
O porta-voz da Argentina, Adrian Ravier, minimizou as ofensas do presidente Milei ao brasileiro Lula, considerando-as como 'diferenças ideológicas'.
Ravier ressaltou que insultos ocorreram de ambos os lados, mas garantiu que a Argentina nunca levou essas questões para o âmbito diplomático.
A tensão aumentou após Milei ter chamado Lula de 'ladrão' e outras ofensas em um evento em São Paulo, levando o Brasil a convocar o embaixador argentino para prestar esclarecimentos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, prorrogou por mais um ano a emergência nacional contra o Brasil, mantendo a ordem executiva estabelecida com base na Ieepa.
O Brasil é classificado como uma ameaça à segurança nacional e à economia dos Estados Unidos, e a decisão reafirma críticas ao governo brasileiro e ao tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
A prorrogação não cria uma nova emergência, mas renova a declaração original de 2025, continuando a alegação de violações de direitos humanos e restrições à liberdade de expressão no Brasil.