O governo Trump revogou o visto da embaixadora brasileira nos EUA, Maria Luiza Ribeiro Viotti, elevando a crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos a níveis inéditos.
A decisão foi alegadamente motivada pela falta de concessão do 'agrément' ao embaixador indicado pelos EUA, considerado por Brasília como um 'interesse descabido' de interferir nas eleições brasileiras.
O governo brasileiro rebateu, afirmando que os EUA romperam protocolos ao anunciar o nome do indicado antes da consulta formal, considerando a ação uma escalada de hostilidade ideológica.
O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que o Brasil não tem condições de enfrentar os EUA em caso de invasão e, em tom de brincadeira, disse que 'abriria o portão'.
Durante evento da CNI, Múcio destacou a necessidade de aumentar investimentos nas Forças Armadas, citando as restrições orçamentárias que o Brasil enfrenta, especialmente devido a outras áreas prioritárias como saúde e educação.
Múcio defendeu uma previsibilidade orçamentária para projetos de defesa, enfatizando a importância de fortalecer a capacidade de dissuasão do Brasil e aumentar a presença da indústria nacional no mercado internacional.
O Itamaraty rebaixou a relação diplomática com a Argentina para nível de encarregado de negócios devido a ofensas do presidente argentino Javier Milei a Luiz Inácio Lula da Silva.
O embaixador brasileiro em Buenos Aires, Julio Bitelli, permanecerá no Brasil até que Milei mude seu discurso ofensivo, impedindo sua volta ao país.
A decisão foi formalizada por meio de uma nota de protesto ao embaixador argentino no Brasil, assegurando a continuidade das operações da embaixada sob a gestão de um encarregado de negócios.
O Itamaraty decidiu permitir que o embaixador argentino, Guillermo Daniel Raimondi, retorne a Buenos Aires, enquanto as relações com a Argentina permanecem tensas.
A medida é uma resposta aos ataques do presidente argentino, Javier Milei, a Luiz Inácio Lula da Silva, dividindo diplomáticas entre os dois países.
O Brasil irá tratar apenas com o encarregado de negócios argentino em Brasília, em uma ação considerada sem precedentes na história das relações bilaterais.
Governo dos EUA revogou o visto da embaixadora brasileira, Maria Luiza Viotti, como resposta à demora do Brasil em aprovar o novo embaixador americano.
A embaixadora poderá permanecer nos EUA, mas sem um visto válido; sua situação pode ser revertida se o Brasil conceder o aval diplomático.
As relações entre Brasil e EUA se deterioraram após tarifas comerciais e a negativa do Itamaraty a vistos para diplomatas americanos.
O presidente argentino Javier Milei insultou Lula, ampliando a crise entre Brasil e Argentina, após suas polêmicas declarações em um ato político em São Paulo.
Milei chamou Lula de 'ladrão' e 'corrupto', defendendo suas falas como 'espontâneas', enquanto o governo brasileiro expressou seu descontentamento através do Itamaraty.
Apesar das tensões, Lula tentou minimizar a situação, chamando Milei de 'palhaçada' e reafirmando que não permitirá interferências externas nas eleições brasileiras.
Donald Trump suspendeu um novo ataque ao Irã, condicionado a um acordo rápido para interromper o programa nuclear e reabrir o Estreito de Ormuz.
Segundo Trump, Israel se juntou a ele na decisão, enquanto o Irã advertiu sobre possíveis consequências caso os EUA avancem com ameaças.
O chanceler iraniano afirmou que o Irã responderá decisivamente a qualquer ataque dos EUA ou de Israel e que os negociadores americanos ainda podem chegar a um acordo.