A Artemis 2, missão tripulada à Lua, trouxe uma coleção de mais de 7.000 imagens do satélite, permitindo uma nova análise por humanos.
As crateras lunares, que atraem interesse comercial por potenciais de mineração e água, são foco de estudo para a construção de uma base lunar até 2031.
Especialistas destacam a importância da visão humana na captura de detalhes que sensores não conseguem registrar, enriquecendo a documentação da exploração lunar.
Um dispositivo criado por professores e ex-alunos da USP está monitorando a saúde dos astronautas na missão Artemis 2, a primeira viagem tripulada à Lua neste século.
O actígrafo, projetado para medir exposição à luz, temperatura e atividade, faz parte do Programa de Estudo Humano da NASA e é o único do tipo desenvolvido no Brasil.
Os dados coletados são cruciais para entender como o corpo humano reage no espaço, especialmente em missões futuras mais longas.
A cápsula Orion da missão Artemis 2 foi filmada durante sua reentrada na atmosfera terrestre pela Estação Espacial Internacional.
As imagens, que mostram o brilho intenso da cápsula, foram cedidas pela empresa Sen, que opera um sistema de câmeras em 4K na estação.
Durante a missão, houve um alarme de incêndio na cápsula, que ficou sob controle em poucos minutos, e os astronautas relataram dificuldades em processar a experiência vivida.
A missão Artemis 2 completou com sucesso sua jornada ao redor da Lua, marcando o início da exploração comercial do satélite.
A Nasa, em parceria com outras agências e empresas, planeja estabelecer uma presença sustentável na Lua, com o objetivo de criar uma infraestrutura lunar.
A crescente atividade na Lua levanta questões sobre a exploração de recursos, a proteção do ambiente lunar e as lacunas jurídicas sobre a propriedade e uso destes recursos.
A tripulação da Artemis II retorna à Terra após uma missão histórica de 10 dias ao redor da Lua, sendo recebida com festa em Houston.
Os astronautas expressam gratidão pela experiência única, enfatizando o reencontro com suas famílias após estarem a mais de 320 mil quilômetros de casa.
A missão abre novos caminhos para futuras explorações lunares, com a Artemis III programada para 2027, inspirando novas gerações de cientistas e astronautas.