A NASA descobriu uma cratera de 222 metros na Lua, a maior formada recentemente, resultado do impacto de um asteroide ou cometa.
O impacto aconteceu entre abril e maio de 2024, alterando o solo em uma área de mais de 100 quilômetros e deixando o regolito mais solto e menos denso.
A identificação da cratera ocorreu durante uma checagem de rotina da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter, e os pesquisadores agora estudam os riscos para futuras bases lunares.
He Jiankui, um biofísico chinês, foi condenado a três anos de prisão por modificar geneticamente embriões e anunciar o nascimento de gêmeas supostamente resistentes ao HIV.
O experimento levantou questionamentos éticos e gerou críticas pela falta de transparência e dados sobre a saúde das crianças envolvidas.
A comunidade científica continua a debater os limites da edição genética, enquanto novas pesquisas seguem rigorosos padrões éticos.
Cientistas americanos implantaram tecido cerebral humano em ratos, que conseguem andar e se comportar normalmente.
A técnica pode revolucionar o estudo de doenças neurológicas como esquizofrenia e epilepsia, permitindo pesquisas em modelos vivos.
Ratos apresentaram um aumento significativo do tecido humano e os neurônios humanos interagiram com o sistema nervoso, mostrando atividade elétrica organizada.
Hoje, 13 de setembro de 2026, a Lua está na fase nova e com 6% de visibilidade.
O calendário lunar deste mês inclui as fases minguante em 4 de setembro, nova em 11 de setembro, crescente em 18 de setembro e cheia em 26 de setembro.
A lunação, com média de 29,5 dias, inicia-se na fase nova e se encerra na fase minguante.
Pesquisadores confirmam em laboratório a existência do gelo superiônico, uma forma teórica de gelo, sob condições extremas de pressão e temperatura.
A descoberta pode elucidar o magnetismo irregular dos planetas Urano e Netuno, revelando que esse gelo é um dos componentes internos desses gigantes de gelo.
A nova estrutura hexagonal compacta (hcp) foi identificada, mostrando-se mais estável que a forma cúbica já observada em experiências anteriores.
No dia 19 de agosto de 2020, Santa Filomena, em Pernambuco, foi surpreendida por uma chuva de meteoritos, com fragmentos pesando até 38 quilos.
Moradores coletaram pedras e a região atraiu caçadores de meteoritos e comerciantes de vários estados e países, gerando movimentação comercial e científica.
Cientistas da UFRJ recuperaram fragmentos valiosos para pesquisa, destacando a raridade e o valor científico dos meteoritos que atingem a Terra, que chegam a mais de 5 mil toneladas anualmente.