O governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, publicou uma foto com Lula e criticou Javier Milei por ofensas ao Brasil durante um evento em São Paulo.
Kicillof afirmou que as declarações de Milei não representam o sentimento da população argentina e podem prejudicar relações econômicas entre os países.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil chamou o embaixador na Argentina para consultas após as declarações polêmicas de Milei, que geraram tensão diplomática.
O ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa, afirmou que o Brasil não se submeterá às tarifas impostas pelos Estados Unidos, classificando-as como sanções políticas contra o governo Lula.
Ele destacou que a postura do governo será de resistência e diálogo, sem abrir o mercado nacional de forma indiscriminada para atender às exigências americanas.
O governo prepara um fundo de até R$ 15 bilhões para apoiar setores afetados, enfatizando a proteção da indústria brasileira durante as negociações.
O governo de Lula busca uma última reunião com os EUA antes da decisão sobre tarifas contra o Brasil, que deve ocorrer até quarta-feira (15).
O USTR, Jamieson Greer, participará do encontro onde poderá indicar a decisão da investigação da 'seção 301', que pode resultar em tarifas de 25% ao Brasil.
O governo brasileiro apresentou um plano com medidas para contornar as preocupações dos EUA, mas reiterou que o Pix não é negociável.
O Itamaraty reconheceu a possibilidade de ações militares dos EUA no Brasil por conta da classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas.
O alerta foi feito pelo ministro Mauro Vieira em resposta à Câmara dos Deputados, destacando que a medida pode justificar operações extraterritoriais em áreas financeiras e penais.
Vieira enfatizou que a decisão dos EUA foi unilateral e ainda não houve comunicação formal sobre o assunto, mas ressaltou a oposição do governo brasileiro a tal medida.
Trump declarou apoio ao candidato da direita na Colômbia, Abelardo De La Espriella, destacando a importância da eleição para as relações EUA-Colômbia.
A interferência de Trump em eleições estrangeiras tem ocorrido de forma cada vez mais explícita, rompendo com o padrão de intervencionismo velado dos presidentes anteriores.
A eficácia do apoio de Trump é debatida, já que em algumas nações seus candidatos aliados venceram, enquanto em outras, como no Canadá e na Hungria, a influência foi contraproducente.
O governo federal do Brasil expressou indignação diante da proposta do USTR dos EUA de impor tarifas de 25% sobre todas as importações brasileiras.
A justificativa apresentada inclui práticas, políticas e atos do governo brasileiro, além de uma suposta ingerência da família Bolsonaro em assuntos internos do país.
O governo brasileiro cautela que essas tarifas, se implementadas, causarão danos à economia, empregos e renda, e reafirma a expectativa de que as recomendações não se tornem efetivas.
Donald Trump afirmou que o próximo líder do Irã não terá sucesso sem sua aprovação, em resposta à escolha de Mojtaba Khamenei como sucessor de Ali Khamenei.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, reafirmou que a escolha do líder supremo deve ser feita pelo povo iraniano, e solicitou um pedido de desculpas de Trump pelas ações dos EUA na região.
Trump também expressou suas preocupações sobre a possível ascensão de Mojtaba Khamenei, considerando-o uma escolha inaceitável para a estabilidade do país.