O Itamaraty, sob a liderança de Mauro Vieira, rejeitou as exigências dos EUA para negociações sobre tarifas, demonstrando uma postura ressentida e pouco pragmática.
Criticas apontam que outros países, como Japão e Reino Unido, conseguiram contornar pedidos semelhantes com respostas mais inteligentes e conciliatórias.
O documento americano propôs, entre outras coisas, um compromisso de compra de aviões da Boeing e condições relacionadas aos minerais críticos, que poderiam ser exploradas para vantagens mútuas.
O governo brasileiro recebeu uma proposta dos EUA que incluía garantias de participação de dissidentes políticos nas eleições de 2026.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, rejeitou os termos propostos, que envolviam compras de aviões da Boeing e direitos sobre jazidas de minerais.
O Itamaraty considera a proposta um 'bullying diplomático', afirmando que não teve impacto nas negociações entre os países.
O governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, publicou uma foto com Lula e criticou Javier Milei por ofensas ao Brasil durante um evento em São Paulo.
Kicillof afirmou que as declarações de Milei não representam o sentimento da população argentina e podem prejudicar relações econômicas entre os países.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil chamou o embaixador na Argentina para consultas após as declarações polêmicas de Milei, que geraram tensão diplomática.
O ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa, afirmou que o Brasil não se submeterá às tarifas impostas pelos Estados Unidos, classificando-as como sanções políticas contra o governo Lula.
Ele destacou que a postura do governo será de resistência e diálogo, sem abrir o mercado nacional de forma indiscriminada para atender às exigências americanas.
O governo prepara um fundo de até R$ 15 bilhões para apoiar setores afetados, enfatizando a proteção da indústria brasileira durante as negociações.
O governo de Lula busca uma última reunião com os EUA antes da decisão sobre tarifas contra o Brasil, que deve ocorrer até quarta-feira (15).
O USTR, Jamieson Greer, participará do encontro onde poderá indicar a decisão da investigação da 'seção 301', que pode resultar em tarifas de 25% ao Brasil.
O governo brasileiro apresentou um plano com medidas para contornar as preocupações dos EUA, mas reiterou que o Pix não é negociável.
O Itamaraty reconheceu a possibilidade de ações militares dos EUA no Brasil por conta da classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas.
O alerta foi feito pelo ministro Mauro Vieira em resposta à Câmara dos Deputados, destacando que a medida pode justificar operações extraterritoriais em áreas financeiras e penais.
Vieira enfatizou que a decisão dos EUA foi unilateral e ainda não houve comunicação formal sobre o assunto, mas ressaltou a oposição do governo brasileiro a tal medida.