50% dos eleitores desaprovam o governo Lula, enquanto 43% aprovam, revelando uma distância crescente entre os índices de aprovação e desaprovação.
A avaliação negativa do governo subiu de 37% para 38%, e a positiva diminuiu de 35% para 34%, com a situação econômica sendo um fator significativo na percepção dos eleitores.
A pesquisa também aponta que 54% dos entrevistados afirmam que a renda familiar não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida, e a porcentagem de pessoas com muitas dívidas subiu de 22% para 28%.
A análise de Felipe Nunes indica que Lula transforma em média 76% da sua aprovação em intenção de voto, refletindo uma forte correlação entre essas métricas.
Nos estados onde Lula tem alta aprovação, como Rio Grande do Norte e Maranhão, a conversão para voto é significativamente maior, chegando a 90% em alguns casos.
Em contraste, estados como Goiás e Roraima mostram conversão mais fraca, o que destaca a importância das campanhas eleitorais na transformação da aprovação em votos.
55% dos eleitores de São Paulo desaprovam o desempenho do presidente Lula, enquanto 42% o aprovam, indicando uma estabilidade em relação à pesquisa de março.
A pesquisa Datafolha mostra que 43% do público considera o governo como ruim ou péssimo, e 63% acreditam que Lula fez menos pelo estado do que esperavam.
O levantamento foi realizado entre 1º e 3 de julho com 1.608 entrevistas e apresenta uma margem de erro de 2 pontos percentuais.