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Gilmar Mendes suspende quebra de sigilo de empresa da família Toffoli

  • O ministro Gilmar Mendes suspendeu a quebra de sigilos da Maridt Participações, empresa ligada à família de Toffoli, por considerar que a CPI do Crime Organizado extrapolou sua função.
  • Mendes argumentou que a decisão da CPI carecia de um “fato determinado” que justificasse a quebra de sigilo, estando intrinsecamente ligada às investigações sobre organizações criminosas.
  • A decisão destaca que a quebra de sigilo é uma medida excepcional, que deve ser bem fundamentada e não usada para investigações genéricas.

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo de empresa ligada a Toffoli

  • O ministro Gilmar Mendes, do STF, anulou a quebra de sigilo da empresa Maridt, associada a Dias Toffoli.
  • A decisão foi tomada em resposta a um requerimento da CPI do Crime Organizado, que provocou a quebra dos sigilos.
  • Gilmar Mendes apontou que a ação da CPI foi um 'abuso de poder' e carecia de fundamentação concreta.

CPI do INSS aprova quebra de sigilos de Lulinha em sessão tumultuada

  • A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilos de Lulinha, filho do presidente Lula, em sessão marcada por confusões.
  • Apesar das tentativas do governo de barrar a votação, a oposição conseguiu aprovação por 18 a 12, resultando em tumulto durante a sessão.
  • O deputado Paulo Pimenta classifica a votação como uma ação ilegal contra a democracia, solicitando a anulação do resultado.

Controvérsia no STF: Convocação de irmãos de Toffoli pela CPI levanta críticas

  • A CPI do Crime Organizado decidiu convocar irmãos do ministro Dias Toffoli, gerando reação entre os ministros do STF.
  • Integrações no Supremo consideram que a convocação extrapola o escopo da investigação da comissão.
  • Além das convocações, a CPI aprovou a quebra de sigilos da empresa Maridt Participações, da qual Toffoli é sócio.

Mudança de depoimento de Vorcaro gera tensões no Congresso

  • Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve seu depoimento na CPMI do INSS antecipado para segunda-feira (23), criando tensões no Congresso.
  • O Centrão teria articulado essa mudança para tentar esvaziar a oitiva prevista para a comissão do Senado, que seria mais abrangente.
  • A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) reafirma sua permanência e competência para fiscalizar irregularidades financeiras sem conflito com a CPMI.