Kayky Alves de Oliveira, conhecido como Jhony, foi preso em Jacarepaguá, sendo considerado um dos braços direitos do Comando Vermelho no Rio.
Ele gerenciava o tráfico na Gardênia Azul e é suspeito de homicídios e roubos, além de ter tentado fugir ao ser abordado pela polícia.
Sua prisão faz parte da Operação Contenção, que busca desarticular o tráfico na região, e foram encontrados com ele anotações sobre o tráfico e uma motocicleta clonada.
A Rota matou Márcio dos Santos Ferreira, conhecido como 'Tetão', suspeito de envolvimento no atentado contra o tenente Ronickson Pimentel na zona Leste de São Paulo.
A ação ocorreu após denúncias de que ele estava escondido, resultando em confronto durante a abordagem policial, onde 'Tetão' foi atingido e, apesar de socorro, não sobreviveu.
Com essa morte, o número de vítimas da Rota sobe para cinco durante as operações relacionadas ao caso, sendo que três homens já foram presos como suspeitos de participação no atentado.
O policial civil Carlos Alberto Freire Neto foi morto em um ataque a tiros na Favela do Muquiço, em Guadalupe, Rio de Janeiro, enquanto realizava diligências na Avenida Brasil.
Carlos, de 35 anos, deixa esposa e dois filhos, e, apesar de ter sido levado ao hospital, não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil anunciou uma operação emergencial na favela e ressaltou a importância de combater facções criminosas, além de atuar de forma firme na proteção dos agentes de segurança pública.
Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro Bruno, foi encontrada após três dias desaparecida e está agora internada no Hospital João XXIII em Belo Horizonte.
A Polícia Civil de Minas Gerais está apurando as circunstâncias do desaparecimento, enquanto não divulga informações sobre o estado de saúde dela.
Dayanne, que deixou cartas de despedida antes de desaparecer, também foi alvo de investigações no passado por sequestro, mas foi absolvida.
O tenente da Rota, Ronickson Pimentel dos Santos, permanece em estado gravíssimo, mas estável, após ser baleado na cabeça durante um atentado em São Caetano do Sul.
Família do policial informou que ele apresentou uma resposta neurológica positiva e a evolução clínica é considerada satisfatória.
As investigações sobre o caso levaram à prisão temporária de dois homens suspeitos de envolvimento no atentado, que foram localizados pela Polícia Militar.
A defesa do rapper Oruam informou à Justiça que ele está enfrentando um quadro de saúde gravíssimo, diagnosticado com tuberculose pulmonar.
Laudos médicos revelam que o artista apresenta lesões pulmonares, tosse crônica e perda significativa de peso, tendo emagrecido cerca de 5 kg em um mês.
Apesar das evidências, a juíza Tula Corrêa de Mello negou o pedido de revogação da prisão preventiva, mantendo Oruam foragido há mais de 130 dias por tentativa de homicídio.