Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de São Paulo, criticou a pesquisa do Datafolha, dizendo que está 'meio esquisito'.
Durante o lançamento de seu programa de educação, Haddad afirmou não conhecer quatro dos candidatos que somam 9% das intenções de voto segundo a pesquisa.
Ele também prometeu novos concursos públicos para professores e a implementação do ensino em tempo integral nas escolas estaduais.
Fernando Haddad, candidato do PT ao governo de São Paulo, classificou a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência como um 'grave risco institucional' e expressou sua preocupação com a possibilidade de Bolsonaro assumir o cargo.
Durante uma sabatina, Haddad comparou sua disputa com Tarcísio de Freitas a uma 'luta de Davi contra Golias' e afirmou que seu dever como candidato de oposição é esclarecer a opinião pública sobre os riscos de uma vitória do bolsonarismo.
Haddad também defendeu propostas em áreas como segurança e educação, e criticou a falta de contenção de gastos durante sua gestão como ministro da Fazenda, enfatizando que sua candidatura busca não só um projeto estadual, mas também nacional.
A Polícia Militar de São Paulo encontrou divergências entre o relato do motorista de Fernando Haddad sobre uma suposta perseguição policial e as imagens analisadas.
O motorista primeiro afirmou ter sido seguido até um hotel, mas câmeras não mostraram esta parada ou a presença de uma viatura policial.
Após revisão, ele mudou sua versão, indicando outro local e a PM continua a investigação para esclarecer o caso.