Cientistas descobriram uma comunidade de microrganismos marinhos ativa por milhões de anos sob a geleira Taylor na Antártica.
A pesquisa revelará detalhes sobre formas de vida eucarióticas que sobreviveram em um ambiente extremo, preservadas desde antes da formação do continente.
A Blood Falls, conhecida por sua água avermelhada, será uma fonte de estudo sobre como ecossistemas isolados podem lidar com mudanças ambientais.
Cientistas na China descobriram um fóssil de um réptil marinho de 245 milhões de anos, o Austronaga minuta, com órgãos internos bem preservados.
A análise revelou que o animal tinha cerca de 60 cm, focinho estreito e era um nadador ágil, usando a cauda para propulsão.
O fóssil é notável pela preservação do sistema digestivo, que é o mais antigo conhecido de qualquer réptil, e contém restos de alimentos identificáveis.
O paleontólogo Michael J. Benton afirma que os humanos estão pavimentando seu caminho rumo à extinção, algo que é único entre as espécies da Terra.
Em seu livro 'Extinções: Como a Vida Resiste, se Adapta e Evolui', Benton explora como extinções em massa, apesar de sua destruição, abrem caminho para novas espécies e evoluções.
O estudo indica que a atual taxa de extinção, acelerada por ações humanas e mudanças climáticas, pode não dar tempo para a adaptação da vida.
Estudo recente sugere que tartarugas têm ancestralidade comum com aves e crocodilos.
Pesquisadores utilizaram tecnologia de raios X para analisar 226 fósseis antigos, encontrando evidências anatômicas que desafiam a teoria anterior sobre suas origens.
A pesquisa ainda gere debate entre paleontólogos sobre as classificações das tartarugas e sua evolução.
Pesquisadores do Museu de História Natural de Londres reanalisaram fósseis de escorpiões e descobriram que pertencem à espécie Praearcturus gigas, o maior escorpião já reconhecido pela ciência.
Com aproximadamente um metro de comprimento, P. gigas viveu há 415 milhões de anos na Grã-Bretanha e apresenta características anatômicas que a classificam como escorpião primitivo, ao invés de crustáceo.
Apesar das descobertas, a classificação ainda gera debate entre especialistas, com algumas estruturas associadas a escorpiões não identificadas nos fósseis analisados.
Uma nova análise de fósseis revelou a existência de um escorpião pré-histórico, chamado Praearcturus gigas, que alcançava quase 1 metro de comprimento.
A descoberta ajuda a compreender a evolução dos artrópodes gigantes que habitaram o planeta há 415 milhões de anos e sugere que formas de vida de grande porte se desenvolveram antes do esperado.
Os restos fossilizados, inicialmente interpretados como crustáceos, mostraram que o P. gigas tinha características típicas de escorpiões e possivelmente levava uma vida parcialmente aquática.