Um novo estudo revela que o felino extinto Miracinonyx trumani, conhecido como guepardo americano, é mais próximo dos pumas do que dos guepardos africanos.
Pesquisadores descobriram que esse felino diversificou sua dieta e podia pescar, contradizendo a crença de que era um predador exclusivo de mamíferos herbívoros.
A análise de DNA antigo e isótopos de carbono e nitrogênio trouxe novas informações sobre a ecologia e comportamento alimentar do M. trumani, sugerindo uma flexibilidade ecológica desconhecida até então.
Um estudo revelou pegadas de mamíferos grandes na Formação Botucatu, datadas de 130 milhões de anos atrás.
As marcas, com 11,4 cm de comprimento e 13,4 cm de largura, indicam um animal de aproximadamente 1,55 metro, semelhante a um cão grande.
A descoberta pode mudar a percepção sobre mamíferos do período Mesozóico, sugerindo que eram mais robustos do que se pensava, além de serem potenciais onívoros.
Estudo revela que dinossauros minúsculos, do tamanho de um rato, nunca existiram, com os menores fósseis conhecidos pesando cerca de 450 gramas.
Pesquisadores da Universidade de Princeton e do Museu Americano de História Natural utilizaram modelos matemáticos, mas não conseguiram explicar a ausência de dinossauros pequenos, descartando a hipótese de falta de fósseis.
A principal teoria sugere que a competição por espaço com pequenos mamíferos da época teria limitado a evolução de dinossauros menores, que só surgiriam em aves após o desenvolvimento do voo.
Cientistas descobriram uma comunidade de microrganismos marinhos ativa por milhões de anos sob a geleira Taylor na Antártica.
A pesquisa revelará detalhes sobre formas de vida eucarióticas que sobreviveram em um ambiente extremo, preservadas desde antes da formação do continente.
A Blood Falls, conhecida por sua água avermelhada, será uma fonte de estudo sobre como ecossistemas isolados podem lidar com mudanças ambientais.
Cientistas na China descobriram um fóssil de um réptil marinho de 245 milhões de anos, o Austronaga minuta, com órgãos internos bem preservados.
A análise revelou que o animal tinha cerca de 60 cm, focinho estreito e era um nadador ágil, usando a cauda para propulsão.
O fóssil é notável pela preservação do sistema digestivo, que é o mais antigo conhecido de qualquer réptil, e contém restos de alimentos identificáveis.
O paleontólogo Michael J. Benton afirma que os humanos estão pavimentando seu caminho rumo à extinção, algo que é único entre as espécies da Terra.
Em seu livro 'Extinções: Como a Vida Resiste, se Adapta e Evolui', Benton explora como extinções em massa, apesar de sua destruição, abrem caminho para novas espécies e evoluções.
O estudo indica que a atual taxa de extinção, acelerada por ações humanas e mudanças climáticas, pode não dar tempo para a adaptação da vida.