O paleontólogo Michael J. Benton afirma que os humanos estão pavimentando seu caminho rumo à extinção, algo que é único entre as espécies da Terra.
Em seu livro 'Extinções: Como a Vida Resiste, se Adapta e Evolui', Benton explora como extinções em massa, apesar de sua destruição, abrem caminho para novas espécies e evoluções.
O estudo indica que a atual taxa de extinção, acelerada por ações humanas e mudanças climáticas, pode não dar tempo para a adaptação da vida.
A broca-de-tiro-polífaga, um besouro invasor originário da África do Sul, está causando a morte de várias espécies de árvores ao redor do mundo.
Com a capacidade de se reproduzir em mais de 600 tipos de plantas, a espécie se espelha em uma preocupação crescente global, envolvendo pesquisadores e autoridades ambientais.
Estudos recentes indicam que o besouro já se disseminou para outros continentes e pode alterar a estrutura dos ecossistemas se não for controlado.
Pesquisadores da Universidade de Rochester transferiram um mecanismo biológico do rato-toupeira-pelado para camundongos, aumentando sua longevidade em cerca de 4,4%.
O estudo, publicado na revista Nature, destacou o gene relacionado à produção de ácido hialurônico como chave para a resistência ao câncer e ao envelhecimento.
Apesar do modesto aumento na expectativa de vida, os cientistas veem a pesquisa como um marco para futuras adaptações evolutivas que podem beneficiar a saúde humana.
Um novo fóssil de dinossauro, Alnashetri cerropoliciensis, foi encontrado na Patagônia argentina, mudando a compreensão sobre a evolução dos alvarezsaurídeos.
O esqueleto quase completo, datado de 90 milhões de anos, revela características únicas como tamanho reduzido e adaptações alimentares.
Pesquisadores acreditam que a dispersão dessa espécie ocorreu antes da separação dos continentes, desafiando teorias anteriores sobre sua migração.