A Polícia Federal realiza buscas em endereços do deputado Cezinha de Madureira e sua esposa, investigando suspeitas de tráfico de influência no STF.
A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino e apura a atuação do parlamentar em esquemas de 'comercialização de influência' em processos judiciais.
A investigação revela negociações de honorários envolvendo a esposa de Cezinha e um processo no STF, sem evidências de irregularidades por parte dos ministros.
A Polícia Federal encontrou mensagens que indicam que Lulinha, filho do presidente Lula, articulou reuniões entre o governador do Maranhão, Carlos Brandão, e autoridades do governo federal.
A lobista Roberta Luchsinger revelou em suas comunicações que Lula iria avançar com a liberação de obras no Maranhão durante essas reuniões.
A investigação busca esclarecer possíveis tráficos de influência envolvendo Lulinha e a contratação de uma empresa de informática pelo governo maranhense.
A Polícia Federal encontrou mensagens que indicam que Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, recebeu um contrato da lobista Roberta Luchsinger para venda de canabidiol ao SUS com dispensa de licitação.
Marcola confirmou o recebimento do contrato, mas negou encaminhá-lo, enquanto a defesa de Luchsinger não se manifestou devido ao segredo de justiça do processo.
Roberta Luchsinger, que tinha relações próximas com o filho de Lula, foi contratada para facilitar a venda de medicamentos e recebeu R$ 1,5 milhão pelo serviço.
A 3Structure It, empresa de tecnologia, firmou contratos totalizando R$ 182 milhões com os estados do Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.
A Polícia Federal investiga a relação da empresa com Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, devido a suspeitas de tráfico de influência para garantir os contratos.
A empresa também possui contratos com o governo federal, com a maioria deles celebrados durante a gestão Lula, totalizando R$ 81 milhões.
A Polícia Federal solicita a abertura de um 3º inquérito contra Lulinha, filho do presidente Lula, por suposto tráfico de influência em prol da empresa 3Structure IT Ltda.
A defesa de Lulinha nega as acusações, alegando que a PF não possui evidências robustas e que as investigações visam influenciar nas eleições.
Lulinha é investigado em outros dois inquéritos relacionados a possíveis irregularidades envolvendo compras de insumos de cannabis e relações com sócios da 3Structure IT.
A Polícia Federal investiga Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, em um segundo inquérito por tráfico de influência na Dataprev.
O ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura desse novo processo após a defesa de Lulinha criticar a investigação anterior por falta de provas, alegando que a PF estaria fazendo uma “pesca probatória”.
A nova apuração busca indícios de ligação entre Lulinha e Cléber Ribas de Oliveira, com suspeitas de que Ribas teria bancado viagens de Lulinha em troca de contratos com a Dataprev.
O ministro André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para investigar Lulinha, filho do presidente Lula, sob suspeitas de tráfico de influência no governo federal.
A defesa de Lulinha alega que não houve recebimento de pagamentos por parte do filho do presidente e considera estranha a instauração do novo inquérito.
A Polícia Federal investiga a relação de Lulinha com o empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como 'Careca do INSS', e possíveis conexões financeiras relacionadas ao esquema de desvios do INSS.