Cientistas chineses sugerem uma nova técnica para destruir asteroides ameaçadores, aumentando a eficiência na defesa planetária.
O método proposto, chamado pré-escavação, utiliza uma explosão nuclear dentro de uma cratera criada em um asteroide, maximizando o acoplamento de energia.
Embora essa abordagem seja mais eficaz em cenários em que há tempo suficiente para preparação, a detonação direta ainda é considerada para situações de emergência de curto prazo.
Cientistas chineses desenvolvem método eficaz para destruir asteroides com bombas nucleares, enterrando a ogiva antes da detonação.
O plano inclui lançar um penetrador de metal para criar um buraco e depois posicionar a ogiva, permitindo uma explosão direcionada.
Simulações mostram que enterrar a bomba a 30 metros de profundidade pode triplicar a alteração na velocidade do asteroide, embora ainda não tenham realizado testes físicos.
Um asteroide recém-descoberto, batizado de 2026 JH2, passará perto da Terra na próxima segunda-feira (18), atraindo a atenção de astrônomos.
Embora a aproximação seja considerada rara e a uma distância de cerca de 90 mil quilômetros, não há risco de colisão com o planeta.
Astrônomos relatam que, se o asteroide atingisse uma área habitada, os danos poderiam ser severos, comparáveis ao meteoro que atingiu Chelyabinsk, na Rússia, em 2013.
A missão DART da NASA testou com sucesso um método de defesa planetária ao colidir com o asteroide Dimorphos, alterando sua órbita e a do asteroide Didymos em menos de um segundo.
Este impacto liberou uma enorme quantidade de detritos, aumentando a velocidade orbital dos asteroides e demonstrando a eficácia de uma espaçonave como ferramenta de desvio contra possíveis ameaças cósmicas.
O estudo destaca a importância de colaborações internacionais e medições precisas para entender o impacto da DART, abrindo caminho para futuras missões que visam identificar e desviar asteroides potencialmente perigosos.