Léo Derik, lateral-esquerdo do Athletico-PR, foi condenado a 13 anos de prisão por dois crimes de estupro contra uma ex-companheira, com uma indenização de R$ 20 mil à vítima.
A decisão pode ser contestada em liberdade, e o Ministério Público havia se manifestado pela absolvição, mas o depoimento da vítima foi considerado consistente pela magistrada.
O processo tramita em segredo de Justiça, e o Athletico-PR não comentou o mérito, comprometendo-se a respeitar as garantias legais até uma decisão definitiva.
Comerciante apresenta versões contraditórias sobre denúncia de estupro contra deputado Alfredo Gaspar, alegando conhecer uma jovem que teria sido abusada.
Depoimentos revelam que a suposta vítima e sua história podem ter sido manipulados para incriminar Gaspar durante a CPI do INSS.
O caso é investigado pela Polícia Federal e poderá resultar em novos desdobramentos judiciais, dependendo das provas apresentadas.
Um homem de 40 anos foi preso por estupro de vulnerável dentro de um ônibus no Rio de Janeiro.
A vítima, uma adolescente de 17 anos, dormia durante a viagem quando foi molestada, mas uma passageira percebeu a movimentação e alertou-a.
Após desembarcar perto do Parque Piedade, a jovem pediu ajuda a guardas municipais, o que resultou na prisão do suspeito por policiais civis na 26ª DP.
Comerciante Luiz Antônio Lopes afirmou ter recebido R$ 16.500 para repassar a uma mulher que se apresentaria como vítima de estupro do deputado Alfredo Gaspar.
Lopes detalhou que realizou três transferências bancárias e que uma reunião virtual, com a presença do deputado Lindbergh Farias, discutiu o assunto.
Lindbergh negou a veracidade das alegações, chamando o caso de 'picaretagem' e solicitando investigação sobre o comerciante.
Vitor Hugo Oliveira Simonin, réu preso por estupro coletivo em Copacabana, foi indiciado por outro crime de violência sexual contra uma menor no Humaitá.
A vítima denunciou Simonin após o caso de Copacabana ganhar repercussão e relatou que ele a forçou a realizar atos sexuais sem consentimento.
Este caso faz parte de uma investigação mais ampla, onde outros dois acusados estão sendo investigados por crimes similares contra outra jovem.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitou novas diligências sobre as acusações de estupro de vulnerável contra o deputado Alfredo Gaspar, candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
O caso tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF) e a PGR optou por aprofundar a coleta de informações antes de decidir sobre a abertura de uma investigação formal.
Alfredo Gaspar nega as acusações, afirmando ser alvo de uma perseguição política, e a defesa planeja responsabilizar os autores das denúncias.
A auditoria do TCU revelou que R$ 6,2 milhões enviados pelo deputado Alfredo Gaspar para São José da Laje (AL) desapareceram em contas da prefeitura sem rastreabilidade.
A emenda, destinada a melhorias no município, foi transferida via Pix, tornando difícil a identificação do uso correto dos recursos.
Além disso, Gaspar está sob investigação por uma acusação de estupro de vulnerável, recebendo apoio de sua assessoria que afirma que ele não é alvo de investigação sobre o uso dos recursos públicos.