O TRE-PR deu 24 horas para Deltan Dallagnol justificar a divulgação do sigilo fiscal do ministro STF Cristiano Zanin.
Zanin solicitou ao tribunal que responsabilizasse criminalmente os envolvidos na exposição dos dados.
Deltan anexou informações fiscais ao seu registro de candidatura, que foram obtidas durante a operação Lava Jato, e a privacidade de Zanin foi posteriormente restaurada pelo tribunal.
Wesley e Joesley Batista, irmãos bilionários, superaram escândalos da Lava Jato e retornaram ao centro das atenções com uma fortuna estimada em US$ 5,7 bilhões cada.
A ascensão deles está ligada ao crescimento da JBS, a maior produtora de carne do mundo, que prosperou mesmo após escândalos e prisão.
Com a ajuda de conexões políticas e um aumento global na demanda por carne, os irmãos conquistaram sua reentrada no mercado financeiro e seus negócios se expandiram ainda mais.
O CNJ decidiu afastar a juíza federal Gabriela Hardt por dois anos, relacionada à operação Lava Jato.
A punição se baseia em alegações de que Hardt homologou um acordo entre a Petrobras e o MPF sem a devida prudência.
Outros dois juízes federais também foram punidos, mas a decisão do CNJ foi unânime em relação a Hardt, que passou a atuar na Lava Jato após a saída de Sergio Moro.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Exchange para desarticular uma rede criminosa de lavagem de dinheiro do PCC, resultando em sete prisões, incluindo a secretária Stella Stefanie.
Victor Henrique de Oliveira Shimada, outro alvo das sanções dos EUA, está foragido e é suspeito de desempenhar um papel crucial nas operações de lavagem de dinheiro.
A Justiça bloqueou bens e criptoativos dos investigados, que podem ser responsabilizados por associação criminosa e lavagem de dinheiro, com um montante total de até R$ 10,4 bilhões.
O delator Ricardo Siqueira Rodrigues é alvo de mandado de busca e apreensão na Operação Lava Jato, relacionada a investigações sobre o ex-governador Cláudio Castro e o Banco Master.
Rodrigues, acusado de atuar como lobista, teria intermediado questões envolvendo o Rioprevidência e o banco, além de ter um histórico com outros fundos de pensão.
A ação também envolve uma advogada que atuou no Rioprevidência e é suspeita de assinar documentos fraudulentos, ligando a gestão atual a práticas questionáveis.
Fernando Cavendish, empresário condenado por corrupção na Lava Jato, estava em voo particular com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira, vindo do Caribe.
O voo se tornou alvo de investigação da Polícia Federal devido a falhas na fiscalização de bagagens, com o piloto não utilizando o raio-X ao desembarcar.
Cavendish está associado à 'farra dos guardanapos' e foi delator, comprometendo-se a devolver milhões de reais à Justiça.