Gianni Infantino confirma sua candidatura à reeleição para a presidência da Fifa, apesar das crises na entidade.
A eleição ocorrerá em março de 2027, e o registro de candidaturas vai até 18 de novembro.
Infantino, que está no cargo desde 2016, enfrenta oposição interna e uma turbulência política após tentativas de vender direitos da Copa do Mundo a investidores.
A ONG FairSquare solicitou à Fifa que declare Gianni Infantino inelegível para a eleição presidencial de 2027, argumentando que ele já está em seu terceiro mandato.
A organização afirma que a interpretação de Infantino sobre seu primeiro mandato, que ele considera não contar, viola as regras da Fifa sobre limites de mandatos presidenciais.
A carta destaca preocupações sobre a falta de transparência e possíveis abusos de poder relacionados ao calendário eleitoral da Fifa, pedindo uma revisão da elegibilidade de Infantino.
O presidente da Federação de Futebol da Jordânia, Ali Bin Al Hussein, acusa a Fifa de chantagem ao buscar soluções para problemas de sua equipe na Copa do Mundo.
Ele afirmou que a Fifa se recusou a ajudar e condicionou apoio à presidência de Gianni Infantino, o que considera antiético.
A Jordânia enfrenta dificuldades, como a falta de vistos para torcedores e impostos onerosos, além de pendências financeiras com a Fifa desde a última Copa Árabe.
A Uefa convocou reunião de emergência para discutir o plano de Gianni Infantino de vender participação na Copa do Mundo a investidores que incluem parentes de Donald Trump.
A proposta enfrenta resistência de diversas entidades e clubes, que criticam a falta de diálogo e levantam preocupações sobre governança e transparência.
Embora Infantino considere que a abertura ao capital privado trará investimentos ao futebol, críticos temem a perda de autonomia da FIFA.