A planta Saxifraga candelabrum, encontrada nas montanhas da China, foi confirmada como carnívora, validando uma hipótese de Darwin de 1875.
Pesquisadores comprovaram que a planta atrai, prende e digere insetos, além de absorver nitrogênio das presas.
O estudo revela adaptações evolutivas em resposta a solos áridos, mostrando como diferentes plantas carnívoras desenvolveram características semelhantes ao longo do tempo.
Cientistas descobriram uma comunidade de microrganismos marinhos ativa por milhões de anos sob a geleira Taylor na Antártica.
A pesquisa revelará detalhes sobre formas de vida eucarióticas que sobreviveram em um ambiente extremo, preservadas desde antes da formação do continente.
A Blood Falls, conhecida por sua água avermelhada, será uma fonte de estudo sobre como ecossistemas isolados podem lidar com mudanças ambientais.
Pesquisadores da Universidade de Vermont descobriram um câncer contagioso em bagres da espécie Ameiurus nebulosus no lago Memphremagog, entre os EUA e o Canadá.
As células cancerígenas se transferem de um peixe para outro, agindo como um parasita, sendo um fenômeno inédito entre peixes em água doce.
A pesquisa demonstrou que 59% das alterações genéticas nos tumores eram idênticas entre diferentes animais, evidenciando a origem comum do câncer.
Cientistas descobriram que bagres do lago Memphremagog apresentam um câncer contagioso, onde as células tumorais são transmitidas de um peixe para outro, ao invés de surgirem individualmente.
O melanoma, que atinge até um terço da população de bagres da região, tem uma origem comum em um único peixe fundador e não apresenta risco de contágio para humanos.
A pesquisa levanta questões sobre como as células tumorais conseguem escapar do sistema imunológico e destaca a importância de entender esses mecanismos para a oncologia.
O lago Memphremagog, na fronteira entre Estados Unidos e Canadá, abriga uma lesão de melanoma que afeta bagres marrom há décadas.
Estudos recentes sequenciaram o DNA do tumor e dos peixes, confirmando que os tumores são originários dos próprios peixes e se espalham de um para outro.
Existem preocupações sobre como esse tumor transmissível pode impactar a população de peixes, e a possibilidade de medidas de controle, como sacrifício dos afetados.
A Anthropic lançou o Claude Science, uma ferramenta de IA direcionada para pesquisadores, com recursos para gerenciar tarefas científicas de forma integrada.
A plataforma reúne ferramentas populares como PubMed e Jupyter, facilitando a análise de dados e produção de estudos, com um histórico acessível das interações com a IA.
Além de oferecer planos pagos, a empresa financiará até 50 projetos científicos, priorizando pesquisas em biologia e ciências biomédicas, com inscrições abertas até 15 de julho de 2026.
Pesquisadores do Museu de História Natural de Londres reanalisaram fósseis de escorpiões e descobriram que pertencem à espécie Praearcturus gigas, o maior escorpião já reconhecido pela ciência.
Com aproximadamente um metro de comprimento, P. gigas viveu há 415 milhões de anos na Grã-Bretanha e apresenta características anatômicas que a classificam como escorpião primitivo, ao invés de crustáceo.
Apesar das descobertas, a classificação ainda gera debate entre especialistas, com algumas estruturas associadas a escorpiões não identificadas nos fósseis analisados.
Cientistas descobriram o mecanismo físico que permite o fechamento rápido da armadilha da planta carnívora Vênus ao tocar pelos sensíveis, levando à digestão do inseto.
A pesquisa indica que o fechamento é causado por um amolecimento das paredes celulares, em vez de uma redistribuição de água como se pensava antes.
As descobertas podem inspirar inovações em robôs flexíveis e materiais inteligentes, oferecendo novas perspectivas sobre a mecânica das plantas.
Pesquisadores da Universidade Memorial, no Canadá, descobriram que fragmentos de pepino-do-mar da espécie Psolus fabricii conseguem sobreviver por mais de três anos isolados do corpo.
Esses tecidos, denominados 'tecidos zumbis', realizam funções biológicas como cicatrização e absorção de nutrientes, mesmo sem um sistema digestivo.
A pesquisa abre novas possibilidades para entender a biologia e aplicações em medicina regenerativa e estudos sobre envelhecimento.