Em 1984, a NASA enviou abelhas ao espaço para estudar seu comportamento em microgravidade.
A colônia de insetos, mantida por uma semana na órbita terrestre, surpreendeu os pesquisadores ao conseguir construir favos de cera, desafiando as expectativas iniciais.
O experimento forneceu dados valiosos sobre a resiliência biológica das abelhas e seus padrões instintivos em condições extremas.
Pesquisadores da University of California, San Diego, utilizaram inteligência artificial para decifrar sequências de DNA ligadas ao início da transcrição de genes humanos.
A equipe identificou o iniciador (Inr) em aproximadamente 60% das regiões estudadas, revelando padrões que influenciam a atividade genética.
O estudo sugere que as descobertas podem ajudar na previsão de efeitos de alterações no DNA e na criação de sequências sintéticas para controle de genes específicos.
Estudo revela que dinossauros minúsculos, do tamanho de um rato, nunca existiram, com os menores fósseis conhecidos pesando cerca de 450 gramas.
Pesquisadores da Universidade de Princeton e do Museu Americano de História Natural utilizaram modelos matemáticos, mas não conseguiram explicar a ausência de dinossauros pequenos, descartando a hipótese de falta de fósseis.
A principal teoria sugere que a competição por espaço com pequenos mamíferos da época teria limitado a evolução de dinossauros menores, que só surgiriam em aves após o desenvolvimento do voo.
A planta Saxifraga candelabrum, encontrada nas montanhas da China, foi confirmada como carnívora, validando uma hipótese de Darwin de 1875.
Pesquisadores comprovaram que a planta atrai, prende e digere insetos, além de absorver nitrogênio das presas.
O estudo revela adaptações evolutivas em resposta a solos áridos, mostrando como diferentes plantas carnívoras desenvolveram características semelhantes ao longo do tempo.
Cientistas descobriram uma comunidade de microrganismos marinhos ativa por milhões de anos sob a geleira Taylor na Antártica.
A pesquisa revelará detalhes sobre formas de vida eucarióticas que sobreviveram em um ambiente extremo, preservadas desde antes da formação do continente.
A Blood Falls, conhecida por sua água avermelhada, será uma fonte de estudo sobre como ecossistemas isolados podem lidar com mudanças ambientais.
Pesquisadores da Universidade de Vermont descobriram um câncer contagioso em bagres da espécie Ameiurus nebulosus no lago Memphremagog, entre os EUA e o Canadá.
As células cancerígenas se transferem de um peixe para outro, agindo como um parasita, sendo um fenômeno inédito entre peixes em água doce.
A pesquisa demonstrou que 59% das alterações genéticas nos tumores eram idênticas entre diferentes animais, evidenciando a origem comum do câncer.
Cientistas descobriram que bagres do lago Memphremagog apresentam um câncer contagioso, onde as células tumorais são transmitidas de um peixe para outro, ao invés de surgirem individualmente.
O melanoma, que atinge até um terço da população de bagres da região, tem uma origem comum em um único peixe fundador e não apresenta risco de contágio para humanos.
A pesquisa levanta questões sobre como as células tumorais conseguem escapar do sistema imunológico e destaca a importância de entender esses mecanismos para a oncologia.
O lago Memphremagog, na fronteira entre Estados Unidos e Canadá, abriga uma lesão de melanoma que afeta bagres marrom há décadas.
Estudos recentes sequenciaram o DNA do tumor e dos peixes, confirmando que os tumores são originários dos próprios peixes e se espalham de um para outro.
Existem preocupações sobre como esse tumor transmissível pode impactar a população de peixes, e a possibilidade de medidas de controle, como sacrifício dos afetados.
A Anthropic lançou o Claude Science, uma ferramenta de IA direcionada para pesquisadores, com recursos para gerenciar tarefas científicas de forma integrada.
A plataforma reúne ferramentas populares como PubMed e Jupyter, facilitando a análise de dados e produção de estudos, com um histórico acessível das interações com a IA.
Além de oferecer planos pagos, a empresa financiará até 50 projetos científicos, priorizando pesquisas em biologia e ciências biomédicas, com inscrições abertas até 15 de julho de 2026.