Funcionários da CPTM estão em greve, pedindo a reestatização das linhas 11, 12 e 13 e a garantia dos empregos dos 4.700 funcionários afetados.
A greve foi motivada pela concessão dessas linhas para a Trivia Trens e a necessidade de proteção dos postos de trabalho durante o processo de privatização.
A gestão de Tarcísio de Freitas lamenta a paralisação e reitera que a greve prejudica milhares de usuários do transporte público.
A Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio de veículos após a decisão do sindicato dos funcionários da CPTM de paralisar as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade a partir da 0h de terça-feira (4).
A paralisação vai impactar a Zona Leste e municípios vizinhos, mas as linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 10-Turquesa, assim como o metrô e o monotrilho, funcionarão normalmente.
O diretor do sindicato, Luiz Barbosa Neto Júnior, afirmou que a greve é contra a privatização das linhas e pela garantia de emprego, enquanto o governo se comprometeu a preservar postos de trabalho e buscar soluções para os funcionários.
A CPTM retomará a operação das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade por até 90 dias após incêndio que causou interrupções.
A Artesp agiu imediatamente devido à insatisfação com o serviço prestado durante o incidente, garantindo fiscalização rigorosa.
O incêndio, que não deixou vítimas, foi causado por uma falha elétrica e levou à interrupção temporária do serviço, com ônibus disponibilizados para os passageiros afetados.