O presidente da Federação de Futebol da Jordânia, Ali Bin Al Hussein, acusa a Fifa de chantagem ao buscar soluções para problemas de sua equipe na Copa do Mundo.
Ele afirmou que a Fifa se recusou a ajudar e condicionou apoio à presidência de Gianni Infantino, o que considera antiético.
A Jordânia enfrenta dificuldades, como a falta de vistos para torcedores e impostos onerosos, além de pendências financeiras com a Fifa desde a última Copa Árabe.
A pressão sobre Gianni Infantino, presidente da Fifa, está aumentando, com federações europeias retirando apoio à sua reeleição.
A crise se intensifica após o colapso de um projeto privado que pretendia vender direitos da Copa, levando a Uefa a boicotar competições da Fifa.
Agora, um crescente número de federações discute a revogação formal do apoio a Infantino, que pode resultar em um voto de desconfiança e pressão para sua renúncia.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, enfrenta forte crítica após desistir de um plano que visava arrecadar US$ 4,2 bilhões por meio de investimento privado.
O projeto, que previa a criação da Fifa Forward Enterprise, enfrentou reações negativas de entidades como a Uefa e a Concacaf, gerando dúvidas sobre seu futuro à frente da organização.
Michael Payne, ex-diretor do COI, afirmou que a situação de Infantino é a 'queda em desgraça' mais rápida já vista no esporte, com riscos de cisões no futebol mundial.
Gianni Infantino, presidente da Fifa, anuncia a desistência do plano de vender parte da entidade para investidores externos devido à forte oposição das confederações e repercussão negativa da proposta.
O projeto, denominado FIFA Forward Enterprise, visava fortalecer as associações-membro da Fifa, mas gerou divisões e não atingiu o objetivo inicial de promover o crescimento do futebol.
Infantino ressaltou a intenção de reunir as partes interessadas em breve para discutir como continuar a apoiar o futebol mundial, especialmente em regiões que mais necessitam.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, desistiu do plano de vender ações da Copa do Mundo a investidores privados devido a fortes críticas e boicote da UEFA e Concacaf.
A proposta visava arrecadar US$ 4,2 bilhões através da criação de uma nova empresa para gerenciar as principais competições da Fifa, mas recebeu ampla oposição das associações membros.
A Uefa, Concacaf e AFC se manifestaram publicamente contra o projeto, levando Infantino a considerar que a situação criou divisões que não atendem mais aos interesses estabelecidos.
Carlos Cordeiro, assessor sênior do presidente da Fifa, renunciou ao cargo em protesto contra o plano de vender participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo.
Ele criticou a falta de transparência sobre a negociação e questionou a necessidade financeira da operação, pois a Fifa possui bilhões em reservas.
Cordeiro enfatizou que a responsabilidade da entidade deve ser proteger o futebol, não aumentar os ganhos comerciais a qualquer custo.