O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que o Brasil não tem condições de enfrentar os EUA em caso de invasão e, em tom de brincadeira, disse que 'abriria o portão'.
Durante evento da CNI, Múcio destacou a necessidade de aumentar investimentos nas Forças Armadas, citando as restrições orçamentárias que o Brasil enfrenta, especialmente devido a outras áreas prioritárias como saúde e educação.
Múcio defendeu uma previsibilidade orçamentária para projetos de defesa, enfatizando a importância de fortalecer a capacidade de dissuasão do Brasil e aumentar a presença da indústria nacional no mercado internacional.
Os EUA planejam novos ataques ao Irã neste fim de semana, conforme anunciado por autoridades americanas.
Trump expressou frustração com os esforços diplomáticos e sinalizou a intensificação das ações militares.
O governo dos EUA avalia atacar tanto instalações de mísseis quanto a infraestrutura energética iraniana, apesar das possíveis repercussões econômicas.
Donald Trump ordenou que as Forças Armadas dos EUA estejam preparadas para atacar o Irã, caso haja tentativa de assassinato contra ele.
Em sua publicação, Trump afirmou que mísseis americanos estão prontos para serem disparados imediatamente, com o objetivo de retaliar qualquer ameaça iraniana.
A inteligência israelense alertou os EUA sobre um novo plano do Irã para assassinar Trump, provocando preocupações sobre a escalada de tensão entre os países.
O governo Trump expressou preocupação com a decisão do Brasil de permitir que Sergey Cherkasov, suposto espião russo, retorne à Rússia.
O Departamento de Estado dos EUA afirmou que a medida enfraquece o compromisso de combater interferências estrangeiras nas instituições democráticas.
Cherkasov, que cumpria pena de cinco anos de prisão no Brasil, é acusado de atuar como agente da inteligência russa usando uma identidade falsa brasileira.
Donald Trump deixou a Turquia em um Air Force One mais antigo, optando por um jato recém-reformado do Catar durante uma parada no Reino Unido antes de retornar a Washington.
A escolha do antigo avião gerou críticas sobre custos e atrasos na entrega das novas aeronaves Air Force One, com preocupações sobre segurança.
O jato do Catar, uma aeronave Boeing 747, serve como transição enquanto a Boeing enfrenta atrasos de quatro anos na entrega de novos aviões presidenciais.
O governo dos EUA sancionou dois brasileiros, Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, por suspeita de ligação com o PCC.
As sanções incluem bloqueios a três empresas no Brasil e uma em Portugal, relacionadas a uma rede de lavagem de dinheiro.
Victor é acusado de operar financeiramente para o PCC e Stella atuou como sua secretária e intermediária na coleta de dinheiro.
A Marinha do Brasil lançará a fragata F202, chamada Cunha Moreira, em Itajaí (SC) nesta sexta-feira (26.jun.2026), terceira embarcação da Classe Tamandaré.
Este navio de guerra possui tecnologias avançadas para detecção e monitoramento de ameaças em ambientes marítimos, terrestres e aéreos.
O programa inclui a construção de até 4 embarcações com foco na segurança da Amazônia Azul e interoperabilidade com forças internacionais.
O vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, criticou a reação exagerada de Israel ao acordo com o Irã, destacando a falta de confiança nas intenções americanas.
Vance defendeu que as sanções contra o Irã continuarão em caso de apoio a grupos terroristas, como o Hezbollah.
Durante o G7, Trump minimizou as preocupações israelenses e pediu uma postura mais moderada de Netanyahu em relação ao Hezbollah.
O acordo de cessar-fogo entre EUA e Irã cria um pesadelo político para o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, minando sua imagem e força política.
A pressão dos EUA e a exigência de Teerã para que Israel cesse ataques ao Hezbollah colocam Netanyahu em um dilema entre confronto com aliados ou rendição.
Críticas internas de membros do Likud e do governo acentuam a dificuldade de Netanyahu em manter sua abordagem de segurança em meio a uma guerra e potenciais eleições imminentes.