O Tribunal de Justiça do Rio rejeitou pedido do PDT para que a eleição à presidência da Alerj ocorresse de forma secreta, frustrando aliados de Eduardo Paes.
A decisão reafirma a autonomia da Casa Legislativa e permite a votação aberta, levando o grupo de Paes a considerar o boicote à eleição.
Douglas Ruas permanece como candidato e a Alerj deve eleger um novo presidente sem que esse assuma imediatamente o governo do Rio.
O STF está se preparando para decidir sobre a realização de uma eleição direta-tampão para o governador do Rio de Janeiro após a renúncia de Cláudio Castro.
A legislação proposta pelo Supremo pode favorecer Eduardo Paes, alterando a dinâmica eleitoral no estado e excluindo potenciais candidatos bolsonaristas.
A situação levanta questões sobre a legitimidade do processo e o papel do STF na política estadual, abrindo espaço para soluções jurídicas com fins partidários.