Um estudo da Purdue University sugere que a poeira gerada pelo impacto de um asteroide há 66 milhões de anos foi crucial para a extinção de cerca de 75% das espécies, incluindo os dinossauros.
As partículas na atmosfera impediram a dissipação do calor, causando um superaquecimento global e incêndios florestais em grande escala.
Organismos que conseguiram se proteger, como aqueles que viviam no subsolo ou debaixo d'água, foram os únicos a sobreviver em um ambiente extremamente hostil.
Cientistas chineses desenvolvem método eficaz para destruir asteroides com bombas nucleares, enterrando a ogiva antes da detonação.
O plano inclui lançar um penetrador de metal para criar um buraco e depois posicionar a ogiva, permitindo uma explosão direcionada.
Simulações mostram que enterrar a bomba a 30 metros de profundidade pode triplicar a alteração na velocidade do asteroide, embora ainda não tenham realizado testes físicos.
A equipe de pesquisadores anunciou a descoberta de uma companheira para a estrela Betelgeuse, a superestrela da constelação de Órion.
Imagens do Very Large Telescope no Chile confirmam que Betelgeuse faz parte de um sistema binário.
Essa descoberta muda a compreensão sobre sua expectativa de vida e o potencial para uma supernova, uma vez que a interação entre as estrelas pode influenciar o tempo de explosão.
Pesquisadores da Universidade de Vermont descobriram um câncer contagioso em bagres da espécie Ameiurus nebulosus no lago Memphremagog, entre os EUA e o Canadá.
As células cancerígenas se transferem de um peixe para outro, agindo como um parasita, sendo um fenômeno inédito entre peixes em água doce.
A pesquisa demonstrou que 59% das alterações genéticas nos tumores eram idênticas entre diferentes animais, evidenciando a origem comum do câncer.
Cientistas identificaram o primeiro câncer contagioso entre peixes, especificamente em bagres do lago Memphremagog, que se espalha por células tumorais de um peixe para outro.
O estudo, publicado na revista Nature, revela que os melanomas dos peixes são geneticamente idênticos, sugerindo que eles descendem de um único ancestral.
Essa descoberta, que não representa risco para humanos, pode oferecer insights sobre a evasão imunológica em células tumorais e tem implicações relevantes para a conservação de espécies aquáticas.
Cientistas descobriram que bagres do lago Memphremagog apresentam um câncer contagioso, onde as células tumorais são transmitidas de um peixe para outro, ao invés de surgirem individualmente.
O melanoma, que atinge até um terço da população de bagres da região, tem uma origem comum em um único peixe fundador e não apresenta risco de contágio para humanos.
A pesquisa levanta questões sobre como as células tumorais conseguem escapar do sistema imunológico e destaca a importância de entender esses mecanismos para a oncologia.