O ministro Flávio Dino autorizou a abertura do 3º inquérito da Polícia Federal contra Lulinha por suspeita de tráfico de influência.
A investigação busca apurar possíveis irregularidades no favorecimento de contratos da empresa 3Structure IT Ltda com o governo federal.
A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e expressa confiança na atuação do ministro Dino, destacando tentativas de instrumentalização política durante o processo.
O ministro André Mendonça do STF tornou públicas as investigações sobre o senador Jaques Wagner, relacionadas a fraudes no Banco Master.
Mendonça destacou o risco de vazamento de informações após o pedido de audiência de Wagner coincidir com representações da Polícia Federal.
A operação Compliance Zero, que investiga as fraudes no Banco Master, já resultou em várias prisões e apreensões desde sua deflagração em novembro de 2025.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou a soltura do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, preso com um fuzil durante uma operação da Polícia Federal.
Canella, que é pré-candidato ao Senado, deve usar tornozeleira eletrônica e entregar seu passaporte após a soltura.
O ex-prefeito é investigado por ligações com um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 7,6 bilhões em postos de combustíveis.
A Polícia Federal analisa material apreendido na Operação Compliance Zero para identificar mais envolvidos com Daniel Vorcaro e Thiago Miranda no caso Master.
A investigação revela que um grupo foi mobilizado para coletar informações de desafetos da organização criminosa, visando intimidação e coação contra jornalistas e concorrentes.
A decisão do ministro André Mendonça autoriza buscas para preencher lacunas na apuração e obter documentos e bens relacionados aos crimes investigados.
Davi Perini Vermelho, presidente do Instituto Rio Metrópole (IRM), foi preso pelo desvio de R$ 86 milhões em operação do Ministério Público do Rio de Janeiro.
A operação inclui 11 denunciados por crimes de organização criminosa, corrupção passiva e fraude em licitação, com seis prisões realizadas até o momento.
O esquema envolvia contratos fraudulentos e uma entidade de fachada, convertendo dinheiro público em lucro privado.
A Polícia Federal encontrou mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, sobre um empréstimo do Banco Master a uma empresa da cunhada de Motta.
Motta se recusou a confirmar sua atuação na liberação do crédito de R$ 22 milhões, afirmando que a operação é legal e que a empresa está em dia com as prestações.
O caso está sendo apurado pela PF, que investiga possíveis indícios de crimes e a relação entre o empréstimo e uma emenda proposta por Motta.