A CGT, maior central sindical da Argentina, realiza uma greve geral de 24 horas contra a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei.
O governo argentino reconhece a possibilidade de repressão a protestos nas imediações do Congresso e declarou que suas forças agirão diante de atos de violência.
Diversos voos entre Brasil e Argentina foram cancelados ou remarcados, afetando 31 mil passageiros devido à adesão à greve pelos sindicatos.