Recentemente, os EUA classificaram o PCC e o CV como organizações terroristas, enquanto o presidente brasileiro, Lula, rechaçou essa definição, argumentando que não aceitam tal classificação.
Lula destacou que o verdadeiro terrorismo ocorreu no 8 de janeiro, referindo-se a tentativas de golpe, e argumentou que as facções criminosas brasileiras buscam lucro, não desestabilização do governo.
A disputa sobre a definição de terrorismo entre Brasil e EUA ocorre devido a critérios diferentes, com os EUA considerando ameaças à segurança nacional e o Brasil focando na motivação ideológica.
Auxiliares do presidente Lula consideram 'muito grave' o relatório dos EUA que acusa o Brasil de falhar no combate ao PCC e CV.
Donald Trump pede ações rápidas e inclui as facções na lista de organizações terroristas, o que pode abrir caminho para ações militares dos EUA.
O governo brasileiro nega as acusações e ressalta as medidas já adotadas no combate ao crime organizado, citando a Lei Antifacção e a cooperação com os EUA.
O governo dos EUA prepara um rascunho para retomar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes e aliados do STF em meio a uma crise política no Brasil.
A crise é considerada um teste à credibilidade do STF e está sendo amplamente coberta por veículos de mídia internacional, como Reuters e Le Monde.
As possíveis sanções não só podem afetar Moraes, mas também o sistema financeiro brasileiro, trazendo à tona questionamentos sobre a igualdade perante a lei no país.
Os Estados Unidos anunciaram ter colocado armas espaciais em órbita, segundo o secretário da Força Aérea, Troy Meink.
Estas armas têm como objetivo defender as forças americanas contra adversários hostis e, possivelmente, destruir satélites inimigos.
Este é o primeiro reconhecimento público dos EUA sobre possuir capacidade ofensiva no espaço, refletindo uma mudança na postura oficial após anos de crítica a manobras militares da China e Rússia.
Os enviados dos EUA, Steve Witkoff e Jared Kushner, chegarão a Kiev no domingo (6) para se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, após conversas com Vladimir Putin em Moscou.
O Kremlin descreveu as reuniões como construtivas, com promessas de discutir caminhos para encerramento do conflito na Ucrânia.
Zelensky afirmou que a Ucrânia está pronta para suspender ataques contra Moscou, enquanto se prepara para conversas substanciais com os representantes americanos.