Governo dos EUA revogou o visto da embaixadora brasileira, Maria Luiza Viotti, como resposta à demora do Brasil em aprovar o novo embaixador americano.
A embaixadora poderá permanecer nos EUA, mas sem um visto válido; sua situação pode ser revertida se o Brasil conceder o aval diplomático.
As relações entre Brasil e EUA se deterioraram após tarifas comerciais e a negativa do Itamaraty a vistos para diplomatas americanos.
Um grupo de 25 estados democratas nos EUA processa o governo federal, alegando que as novas tarifas impostas por Trump são ilegais e ultrapassam os poderes do Executivo.
As tarifas, que variam entre 10% e 12,5% sobre importações, estão sendo contestadas devido à falta de uma análise específica de cada país, conforme requerido pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
A procuradora-geral de Nova York afirma que a medida é uma tentativa do governo de aumentar ilegalmente os impostos sobre famílias e empresas.
O Departamento de Estado dos EUA emitiu um alerta para cidadãos americanos no Oriente Médio, recomendando que deixem a região ou se preparem para partir.
O alerta surge em meio a avaliações sobre possíveis novos ataques dos EUA ao Irã e ameaças iranianas a bases militares americanas.
Cidadãos americanos foram aconselhados a reconsiderar viagens para a região, adotando vigilância e cautela devido a possíveis interrupções nas viagens.
Os EUA planejam novos ataques ao Irã neste fim de semana, conforme anunciado por autoridades americanas.
Trump expressou frustração com os esforços diplomáticos e sinalizou a intensificação das ações militares.
O governo dos EUA avalia atacar tanto instalações de mísseis quanto a infraestrutura energética iraniana, apesar das possíveis repercussões econômicas.
Funcionários do Departamento de Estado dos EUA tiveram vistos negados pelo Itamaraty ao planejar encontro com Flávio Bolsonaro.
A negativa ocorreu em um contexto pré-eleitoral, considerando o risco de instrumentalização por parte do candidato do PL.
Reportagem do Washington Post informou que o governo Trump pretendia enviar representantes ao Brasil para questionar a integridade das urnas eletrônicas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma resposta severa ao Irã após a interceptação de mísseis iranianos dirigidos às forças americanas no Oriente Médio.
As Forças Armadas dos EUA impediram um ataque surpresa iraniano, que lançou vários mísseis, mantendo as tropas em prontidão elevada.
Trump destacou a coordenação com o Iraque e chamou as milícias xiitas apoiadas pelo Irã de 'câncer para o mundo', sem descartar novas ações contra grupos de procuração na região.
O governo dos EUA, sob a administração de Donald Trump, voltou a fazer acusações de 'perseguição' política contra Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, por parte do governo Lula.
A prorrogação do estado de emergência pela Casa Branca foi anunciada, afirmando que ações do governo brasileiro estão contribuindo para violações de direitos humanos e intimidação política.
O entendimento do governo brasileiro é que essa medida é simbólica e não traz consequências práticas, já que não impõe novas sanções.
A embaixada dos EUA no Brasil contatou o líder do PL, Sóstenes Cavalcanti, para receber autoridades americanas que tiveram vistos negados pelo Consulado Brasileiro.
O objetivo da visita seria discutir questões eleitorais e liberdade de expressão, mas a natureza da reunião não foi clara para o deputado.
As tensões diplomáticas entre Brasil e EUA aumentaram após o anúncio do embaixador e a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros pelo governo dos EUA.
Autoridades iranianas afirmam que os EUA não conseguiram afetar suas defesas, com um porta-voz militar alegando que os americanos estão enfrentando fadiga estratégica.
A pausa nas operações militares dos EUA foi mencionada após preocupações expressas por líderes americanos sobre uma escalada da guerra com o Irã.
O Irã declarou ter destruído várias instalações militares dos EUA na região, enquanto Israel é acusado de tentar manipular os EUA com informações falsas.