Funcionários da CPTM estão em greve, pedindo a reestatização das linhas 11, 12 e 13 e a garantia dos empregos dos 4.700 funcionários afetados.
A greve foi motivada pela concessão dessas linhas para a Trivia Trens e a necessidade de proteção dos postos de trabalho durante o processo de privatização.
A gestão de Tarcísio de Freitas lamenta a paralisação e reitera que a greve prejudica milhares de usuários do transporte público.
A festa da classificação da Noruega às oitavas de final da Copa do Mundo gerou grandes comemorações em Oslo, com dezenas de milhares de torcedores nas ruas.
Durante as festividades, danos foram causados ao transporte público, incluindo metrô, que teve composições retiradas de circulação para reparos.
Além disso, torcedores arrancaram plantas do jardim do Palácio Real e cerca de 500 pessoas ficaram sem conseguir comprar as camisas da seleção devido à alta demanda.
Greve dos rodoviários no Rio de Janeiro entra no 3º dia com ordem judicial para manter 80% da frota nas ruas, mas apenas 1.650 ônibus estão circulando.
A prefeitura calcula que 2.880 veículos deveriam estar operando, e o TST determinou multa de R$ 100 mil por descumprimento.
Uma nova audiência de conciliação foi marcada e a falta de coletivos vem gerando longas filas e atrasos para os passageiros.
A greve dos rodoviários no Rio de Janeiro causou lotação nas garagens, com apenas 870 coletivos em circulação e 40 ônibus vandalizados.
Passageiros enfrentaram filas e esperas de até 2 horas, resultando em muitos desistindo de embarcar devido à falta de cumprimento da frota determinada pela Justiça.
Os rodoviários reivindicam reajustes salariais, melhorias nas condições de trabalho e a contratação pela CLT, com proposta de salário de R$ 5 mil para motoristas de ônibus articulados.
Rodoviários do Rio de Janeiro entraram em greve por tempo indeterminado a partir de 29 de junho, após assembleia na qual foram aprovadas reivindicações salariais.
Durante a greve, viações relatam que 40 ônibus foram vandalizados em piquetes, resultando em uma ordem judicial que estipula a circulação mínima de 50% da frota.
Passengers enfrentam longas filas e dificuldades no transporte público, enquanto a prefeitura e as viações tentam minimizar os impactos da paralisação.