O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que o Brasil não tem condições de enfrentar os EUA em caso de invasão e, em tom de brincadeira, disse que 'abriria o portão'.
Durante evento da CNI, Múcio destacou a necessidade de aumentar investimentos nas Forças Armadas, citando as restrições orçamentárias que o Brasil enfrenta, especialmente devido a outras áreas prioritárias como saúde e educação.
Múcio defendeu uma previsibilidade orçamentária para projetos de defesa, enfatizando a importância de fortalecer a capacidade de dissuasão do Brasil e aumentar a presença da indústria nacional no mercado internacional.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, foi criticado por senadores democratas durante uma audiência no Senado, relacionada à guerra com o Irã.
O senador Gary Peters classificou Hegseth como um 'fracasso', questionando a estratégia da administração Trump e o pedido de bilhões para o conflito.
Durante a troca de acusações, a senadora Kirsten Gillibrand destacou supostas inconsistências nas declarações de Hegseth sobre as capacidades nucleares do Irã.
As Forças Armadas dos Estados Unidos iniciaram ataques aéreos contra o Irã em resposta à morte de dois militares americanos.
Os bombardeios têm como objetivo reduzir a capacidade do Irã de ameaçar a navegação no Estreito de Ormuz e punir a Guarda Revolucionária Islâmica.
O Departamento de Estado emitiu um alerta global, recomendando aos americanos, especialmente no Oriente Médio, a exercerem cautela diante do aumento da tensão.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, anunciou a implementação de exames anuais para detectar deficiência de testosterona em militares com 30 anos ou mais.
Os que apresentarem baixos níveis poderão optar por terapia de reposição hormonal, enquanto os militares mais jovens não precisarão se submeter aos exames.
Hegseth afirmou que o objetivo da medida é garantir que os soldados tenham saúde e desempenho adequados, enfatizando que o uso de testosterona sem indicação médica é proibido.
O presidente Lula criticou Donald Trump por suas ameaças de anexar o Canal do Panamá e a Groenlândia, mencionando que o mundo está cheio de indivíduos ‘malucos’.
Durante um evento em Santa Catarina, Lula defendeu que o Brasil deve investir em defesa, ressaltando a importância de um país se preparar para as instabilidades globais.
A relação entre Brasil e Estados Unidos está tensa, com atritos ocasionados por propostas de tarifas sobre produtos brasileiros e ações classificadas como anti-terroristas contra facções nacionais.