Funcionários da CPTM estão em greve, pedindo a reestatização das linhas 11, 12 e 13 e a garantia dos empregos dos 4.700 funcionários afetados.
A greve foi motivada pela concessão dessas linhas para a Trivia Trens e a necessidade de proteção dos postos de trabalho durante o processo de privatização.
A gestão de Tarcísio de Freitas lamenta a paralisação e reitera que a greve prejudica milhares de usuários do transporte público.
A Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio de veículos após a decisão do sindicato dos funcionários da CPTM de paralisar as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade a partir da 0h de terça-feira (4).
A paralisação vai impactar a Zona Leste e municípios vizinhos, mas as linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 10-Turquesa, assim como o metrô e o monotrilho, funcionarão normalmente.
O diretor do sindicato, Luiz Barbosa Neto Júnior, afirmou que a greve é contra a privatização das linhas e pela garantia de emprego, enquanto o governo se comprometeu a preservar postos de trabalho e buscar soluções para os funcionários.
Presidente da Abrava, Wallace Landim, anunciou greve de caminhoneiros em portos para pressionar votação da 'MP do Frete'.
Grupo de manifestantes pede ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para colocar a pauta em votação; protestos ocorrem sem impactos significativos no trânsito.
A 'MP do Frete' estabelece novas regras de fiscalização, e caminhoneiros exigem isenção de pedágio e redução do ICMS para combustíveis.
Greve dos rodoviários no Rio de Janeiro entra no 3º dia com ordem judicial para manter 80% da frota nas ruas, mas apenas 1.650 ônibus estão circulando.
A prefeitura calcula que 2.880 veículos deveriam estar operando, e o TST determinou multa de R$ 100 mil por descumprimento.
Uma nova audiência de conciliação foi marcada e a falta de coletivos vem gerando longas filas e atrasos para os passageiros.