Marte possui duas pequenas luas, Deimos e Fobos, cuja origem ainda é um mistério.
Deimos, o satélite mais externo, é uma rocha irregular com uma camada de poeira chamada regolito e uma cratera de impacto em seu polo sul.
Um novo estudo sugere que um único impacto de um asteroide poderia ter moldado sua superfície, e a missão japonesa MMX poderá confirmar essas teorias em breve.
Cientistas chineses sugerem uma nova técnica para destruir asteroides ameaçadores, aumentando a eficiência na defesa planetária.
O método proposto, chamado pré-escavação, utiliza uma explosão nuclear dentro de uma cratera criada em um asteroide, maximizando o acoplamento de energia.
Embora essa abordagem seja mais eficaz em cenários em que há tempo suficiente para preparação, a detonação direta ainda é considerada para situações de emergência de curto prazo.
Um estudo da Purdue University sugere que a poeira gerada pelo impacto de um asteroide há 66 milhões de anos foi crucial para a extinção de cerca de 75% das espécies, incluindo os dinossauros.
As partículas na atmosfera impediram a dissipação do calor, causando um superaquecimento global e incêndios florestais em grande escala.
Organismos que conseguiram se proteger, como aqueles que viviam no subsolo ou debaixo d'água, foram os únicos a sobreviver em um ambiente extremamente hostil.
Um novo estudo da Purdue University revela que a extinção dos dinossauros foi causada por incêndios florestais resultantes da queda de um asteroide em Chicxulub, no México, há 66 milhões de anos.
A colisão gerou uma nuvem de vapor e poeira fina que potencializou a radiação térmica, intensificando o calor na superfície da Terra e incendiando os organismos vivos.
Os pesquisadores contestam a ideia de que o resfriamento pós-impacto foi a causa da extinção, confirmando que o calor extremo do incêndio foi o fator determinante para a morte dos dinossauros.
O asteroide Bennu, com cerca de 500 metros de diâmetro, possui uma chance de colisão com a Terra de apenas 0,037% até 2182.
A missão da NASA, OSIRIS-REx, coletou amostras do asteroide e ajudou a refinar previsões sobre sua trajetória.
Cientistas alertam que, embora um impacto geraria consequências severas, atualmente não há motivo para pânico e já existem métodos para lidar com ameaças futuras.
A China divulgou a primeira imagem do asteroide Kamo’oalewa, conhecido como 'minilua' da Terra, capturada pela sonda Tianwen-2.
A sonda Tianwen-2, após uma jornada de aproximadamente 1 bilhão de quilômetros, chegou a cerca de 20 quilômetros do asteroide para estudar suas características.
A missão tem como objetivo coletar amostras do Kamo’oalewa e trazê-las à Terra em 2027, para ajudar a compreender a origem do Sistema Solar.
Um asteroide, conhecido como (152637) 1997 NC1, passará perto da Terra no sábado, 27 de junho de 2026, a uma distância segura de 6,66 vezes a distância da Lua.
O asteroide possui um diâmetro entre 750 e 1650 metros e será visível com telescópios pequenos ou binóculos, embora o brilho da Lua possa dificultar a observação.
Cientistas aproveitarão essa aproximação para estudar suas características, pois o asteroide foi descoberto em 1997 e representa um evento raro sem risco de colisão com a Terra.