Uma megaoperação nacional cumpriu 106 mandados de prisão e 173 de busca e apreensão em 19 estados do Brasil.
A ação visa desarticular o tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro, resultando no bloqueio de R$ 508 milhões em bens.
As investigações incluem operações específicas como Rota Araguaia II no Tocantins e Eirene II na Bahia, com impactos significativos na segurança pública.
A Polícia Civil de Mato Grosso investiga uma família de missionários, incluindo Rhavenna Barcelos de Almeida, por suposto envolvimento com o crime organizado, especialmente com o Comando Vermelho.
A família usava seu acesso a presídios para transmitir recados e movimentar dinheiro para criminosos, além de manter relacionamentos com líderes da facção.
O Ministério Público denunciou os três membros por lavagem de dinheiro e organização criminosa, e a Justiça proibiu sua participação em atividades religiosas nas penitenciárias.
João Carlos Mansur, ex-dono da Reag Investimentos, revelou em delação que a gestora ocultou pagamentos de propinas para autoridades públicas por meio de fundos administrados.
A colaboração inclui informações sobre a movimentação de recursos, possivelmente enviados a offshores, e caminhos para a devolução dos valores ao Brasil.
O acordo aguarda homologação no STF e Mansur comprometeu-se a pagar uma multa de R$ 40 milhões.
José Mauro de Farias Jr., ex-secretário do Rio de Janeiro, comprou R$ 8,8 milhões em imóveis após deixar o governo, incluindo terrenos, uma casa e apartamentos.
Ele é alvo da Operação Sem Refino da Polícia Federal, que investiga supostas vantagens ilícitas associadas à gestão de Cláudio Castro.
As defesas de Farias e Castro negam irregularidades e afirmam que todas as aquisições são legais e declaradas.
A Polícia Federal iniciou a segunda fase da Operação Sem Refino, investigando um conglomerado de combustíveis que supostamente esconde ativos e evade recursos.
Os alvos da operação incluem figuras proeminentes como o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o ex-deputado estadual Bernardo Rossi.
A defesa de ambos nega qualquer envolvimento em irregularidades e aguarda acesso aos detalhes da investigação para uma manifestação mais detalhada.
Um dos principais suspeitos de um esquema de falsos investimentos que fez uma aposentada de 70 anos perder R$ 37 milhões foi preso no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
A mulher transferiu seu patrimônio para uma plataforma fraudulenta ao longo de seis meses, ignorando avisos de seu corretor sobre a fraude.
A Polícia Civil deflagrou a Operação Criptoabate, que resultou em múltiplas prisões e identificou 140 possíveis vítimas da fraude no Brasil.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Arena, investigando lavagem de dinheiro e sonegação fiscal em jogos de azar e apostas esportivas.
Nelson Wilians, advogado alvo da operação, teve sua residência em São Paulo vistoriada e seus bens bloqueados até R$ 1,1 bilhão.
A investigação apura transações suspeitas ligadas à plataforma PixBet e revela um histórico de investigações anteriores envolvendo Wilians, incluindo fraudes fiscais significativas.