A esposa do senador Weverton Rocha, Samya Rocha, recebeu mais de R$ 11 milhões de empresas ligadas ao advogado Willer Tomaz, segundo investigação da Polícia Federal.
A operação, relacionada a fraudes no INSS, resultou em mandados de busca e apreensão contra familiares do parlamentar e o advogado Willer Tomaz.
A PF apura uma rede ampla de movimentação financeira e patrimonial, com indícios de corrupção passiva e ocultação de valores.
O senador Flávio Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal no caso relacionado a repasses milionários para o filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro.
A transação de 12,3 milhões de dólares levantou suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção, envolvendo vários membros da família Bolsonaro e colaboradores.
A apuração examina se houve contrapartidas da família ao grupo que financiou o filme, o que poderia configurar crime de corrupção.
O Ministério Público de São Paulo realiza uma operação para prender suspeitos de financiar o PCC e participar de tribunais do crime.
Entre os investigados estão Alexandre Salles Brito, Leonardo Monteiro Moja e Cléber Azevedo dos Santos, com 18 mandados de prisão e de busca sendo cumpridos.
A Operação Janus visa aprofundar investigações sobre movimentação financeira e lavagem de dinheiro relacionada à facção.
O ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, foi solto pelo ministro Alexandre de Moraes após ser preso com um fuzil em seu veículo durante uma operação da Polícia Federal.
Mesmo em liberdade, Canella, que é pré-candidato ao Senado, terá que cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e a entrega de seu passaporte.
A operação Unha e Carne, na qual foi preso, investiga uma organização criminosa envolvida na lavagem de R$ 7,6 bilhões em relação a postos de combustíveis na região metropolitana do Rio de Janeiro.
O FBI está conduzindo uma investigação sobre a movimentação financeira da AFA durante a Copa do Mundo de 2026, focando em possíveis crimes como lavagem de dinheiro e fraude.
Promotores federais analisam transações de centenas de milhões de dólares em bancos americanos, ligadas à empresa TourProdEnter LLC, que gerencia contratos internacionais da AFA.
A investigação, que começou em 2025, ainda está em fase preliminar e não houve acusação formal até o momento.
A Polícia Federal identificou um núcleo familiar envolvido em uma organização suspeita de lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas e do PCC.
Victor Henrique de Oliveira Shimada é apontado como líder do esquema, contando com o apoio do tio, Amauri Henrique de Oliveira, e da prima, Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, ambos com papéis estratégicos na operação.
A Operação Exchange foi deflagrada para investigar movimentações financeiras suspeitas, com Victor Shimada foragido e Stella liberada após decisão judicial.