Um grupo de 25 estados democratas nos EUA processa o governo federal, alegando que as novas tarifas impostas por Trump são ilegais e ultrapassam os poderes do Executivo.
As tarifas, que variam entre 10% e 12,5% sobre importações, estão sendo contestadas devido à falta de uma análise específica de cada país, conforme requerido pela Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
A procuradora-geral de Nova York afirma que a medida é uma tentativa do governo de aumentar ilegalmente os impostos sobre famílias e empresas.
Lindbergh Farias, deputado federal, critica o tarifaço de 25% do governo Trump sobre produtos brasileiros, afirmando que a medida é uma tentativa de interferir nas eleições do Brasil.
Ele ressalta que o povo brasileiro não tolera traidores da Pátria e promete uma resposta a esses ataques, prevendo a saída de Flávio e Eduardo Bolsonaro do cenário político.
Ao mesmo tempo, setores da economia brasileira continuarão isentos da sobretaxa, o que limita o impacto da medida.
Após o feriado, Lula busca um canal direto com Trump, podendo ser por telefone ou na reunião do G7 em junho.
Trump deseja um governo brasileiro alinhado à sua estratégia de segurança nacional, mas suas decisões recentes complicaram o entendimento entre os países.
A Casa Branca pode estar agindo de maneira errática, o que preocupa o Planalto em relação ao novo tarifaço e à classificação de facções brasileiras como organizações terroristas.
O economista Paulo Gala afirma que São Paulo será o estado mais afetado pelo novo tarifaço de 25% sobre a importação de produtos brasileiros pelos EUA.
Gala destaca que as sobretaxas americanas exacerbam a 'primarização' da balança comercial, prejudicando as exportações industriais do Brasil, especialmente as de São Paulo.
O governador Tarcísio de Freitas se envolveu em controvérsias políticas ao tentar desviar a culpa das tarifas para o presidente Lula após a imposição inicial das sanções.