O fenômeno El Niño já está impactando diversas regiões do Brasil, com a expectativa de piora nos próximos meses.
Enquanto o Norte enfrenta calor intenso e seca, o Sudeste vê chuvas acima da média, e o Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, se prepara para temporais.
Os efeitos do El Niño variam conforme a região, resultando em alagamentos em áreas como São Paulo e secas severas no Nordeste.
Famílias no Nepal realizaram funerais simbólicos para os desaparecidos após a avalanche de 26 de agosto, que deixou mais de 1.200 mortos e milhares de desaparecidos.
O primeiro-ministro Balendra Shah descreveu a tragédia como um 'golpe fulminante', ressaltando os riscos crescentes das mudanças climáticas na região.
Equipes de resgate continuam a buscar por sobreviventes, mas a esperança diminui com o passar dos dias e a escassez de recursos no país.
Mais de 1.003 mortos e 4.400 desaparecidos no Nepal e na China após enchentes e deslizamentos de terra.
Estrangeiros de 38 países, incluindo os EUA, estão entre os desaparecidos; operações de resgate em andamento para encontrar 600 pessoas presas em usinas hidrelétricas.
Primeira-ministro do Nepal destaca a necessidade de apoio internacional devido aos riscos climáticos crescentes na região do Himalaia.
Enchentes catastróficas na fronteira entre Nepal e China resultaram em mais de 800 mortes, com 788 registradas no Nepal e 16 na China.
Aproximadamente 2.742 pessoas estão feridas e cerca de 3 mil permanecem desaparecidas, com 261 estrangeiros entre os desaparecidos.
O Nepal mobilizou quase 20 mil agentes para as operações de resgate, enquanto a China destacou a complexidade e gravidade do desastre causado pelas mudanças climáticas.
O Met Office, serviço meteorológico do Reino Unido, alertou que o El Niño em formação poderá ser o mais forte da história recente, elevando as temperaturas globais e aumentando os riscos de eventos climáticos extremos.
A combinação do El Niño com as mudanças climáticas causadas pelo homem pode fazer de 2027 o ano mais quente já registrado, com evidências de alterações climáticas já perceptíveis em várias partes do mundo.
Meteorologistas indicam que o El Niño, que deve durar até o início de 2027, impactará o clima brasileiro, favorecendo eventos extremos como secas no Norte e Nordeste e chuvas intensas no Sul e Sudeste.