Mariângela Fialek, servidora da Câmara, é investigada em três apurações pela PF e foi citada por Flávio Dino no caso de emendas do ex-deputado Eduardo Cunha.
A funcionária é acusada de operar demandas de Cunha, dominando processos administrativos de emendas, o que levanta indícios de peculato.
Fialek, que trabalha na Câmara há seis anos, já atuou em diversos governos e a defesa alega que sua atuação foi técnica e apartidária, negando qualquer irregularidade.
O ministro Flávio Dino bloqueou R$ 6,1 milhões do ex-deputado Eduardo Cunha em uma investigação sobre emendas.
A Polícia Federal alega que Cunha atuava como um 'vetor relevante' no remanejamento de emendas, mesmo sem ter mandato.
A defesa de Cunha nega irregularidades, afirmando que as emendas foram apresentadas por parlamentares, e busca acesso aos autos para contestar as decisões judiciais.
O ministro Flávio Dino, do STF, determinou o bloqueio de R$ 6 milhões do ex-deputado Eduardo Cunha, devido a suspeitas de desvio de emendas parlamentares.
A Polícia Federal identificou pelo menos 21 emendas que foram forjadamente documentadas, revelando um esquema irregular conduzido por Cunha, mesmo sem mandato.
A investigação faz parte da 'Operação Transparência', que destaca a atuação de Cunha como agente privado com poderes políticos, interferindo no direcionamento de recursos federais.